DEL DIAGNÓSTICO ESQUIZOFRÉNICO AL TRASTORNO DEL ESPECTRO AUTISTA: TRANSFORMACIONES E IMPLICACIONES DEL DSM-5
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev7n9-195Palabras clave:
Autismo, Expansión Diagnóstica, DSMResumen
Este artículo describe las transformaciones del concepto de autismo a lo largo del siglo XX. El objetivo general es analizar la transformación del concepto de autismo en relación con la expansión de los diagnósticos. Entre los objetivos específicos, el estudio busca: a) presentar perspectivas históricas presentes en la transformación del concepto de autismo; b) problematizar el autismo en las diferentes versiones del DSM; c) analizar la influencia del conocimiento/poder psiquiátrico en la expansión de los diagnósticos de autismo. La justificación del estudio se basa en datos cuantitativos del INEP (2022), que observa que en 2012 había 20.511 estudiantes con diagnóstico de autismo matriculados en educación especial brasileña, cifra que alcanzó los 405.056 en 2022. Finalmente, la investigación analiza cómo los cambios en el concepto de autismo, según las diferentes versiones del DSM, pueden haber contribuido a la expansión de los diagnósticos. En consonancia con estos análisis, también se discute el sesgo clasificatorio y generalizador asociado al uso del manual mencionado.
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