ATENCIÓN FARMACÉUTICA INCLUSIVA PARA PERSONAS SORDAS EN UNA FARMACIA COMUNITARIA
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n6-038Palabras clave:
Farmacia Comunitaria, Atención Farmacéutica, Lengua de Señas Brasileña, Pacientes con Discapacidad AuditivaResumen
Este estudio tuvo como objetivo identificar, a través de la opinión de farmacéuticos profesionales, el uso de la Lengua de Señas Brasileña (Libras) como un medio fundamental de comunicación para una atención precisa e inclusiva; analizar cómo se transmite la información sobre el uso correcto de los medicamentos a la comunidad sorda; y abordar la importancia de valorar e incluir a las personas sordas como clientes. Este es un estudio descriptivo con un enfoque cualitativo y cuantitativo, en el que se administró un cuestionario con 10 preguntas en formato de test de opción múltiple a farmacéuticos que trabajan en farmacias de una gran cadena en Fortaleza-CE. Se encontró que, a pesar de ser un público minoritario, la mayoría de los encuestados ya había atendido a un cliente con sordoceguera y que Libras se usa poco en las farmacias. La escritura es la táctica más utilizada por los farmacéuticos, pero la mayoría de las personas sordas tienen dificultades para leer y escribir. Se concluyó que, para brindar un servicio inclusivo, comprendiendo las necesidades de las personas sordas, los farmacéuticos y los dueños de negocios deben comprometerse con esta misión, invirtiendo en nuevas formas de comunicación.
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