LA AUTONOMÍA DE LA VOLUNTAD COMO DERECHO HUMANO FUNDAMENTAL AL FINAL DE LA VIDA
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n2-053Palabras clave:
Autonomía de la Voluntad, Derechos Humanos, Directivas Anticipadas de Voluntad, de la Vida, Dignidad HumanaResumen
Considerando que el final de la vida exige la máxima protección de la dignidad humana, se identifica como problema central la insuficiente efectividad de la autonomía de la voluntad en el ámbito de las Directivas Anticipadas de Voluntad (DAV), especialmente ante la ausencia de una regulación específica en Brasil y la persistente prevalencia del paternalismo médico. El objetivo es analizar la autonomía decisoria como un derecho humano fundamental aplicable al final de la vida, evidenciando su conformación jurídica, sus límites éticos y su relación con los instrumentos internacionales de protección de la persona humana. Para ello, se adopta una metodología cualitativa, bibliográfica y documental, basada en tratados internacionales, resoluciones del Consejo Federal de Medicina, doctrina especializada y experiencias normativas extranjeras. De este modo, se observa que el reconocimiento de las DAV como manifestación existencial de la libertad refuerza la protección de los derechos fundamentales de la personalidad, mitigando conflictos entre pacientes, familiares y equipos de salud. Los resultados demuestran que la autonomía, cuando se formaliza con seguridad jurídica, contribuye a evitar intervenciones médicas desproporcionadas y orienta prácticas de cuidado centradas en la persona. Se concluye que la autonomía de la voluntad al final de la vida debe entenderse como una expresión plena de los derechos humanos, demandando una regulación específica que garantice previsibilidad, protección y eficacia en la planificación anticipada de cuidados.
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