CULTURA DA ALTA PERFORMANCE NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS: ESTRATÉGIA DE ENGAJAMENTO OU MECANISMO DE ADOECIMENTO OCUPACIONAL?

Autores

  • Cibely Maria Ferreira de Abreu Autor
  • Rubens Savaris Leal Autor
  • Melquizedec Arcos Rodrigues Autor
  • João Carlos Tavares da Costa Autor
  • Antonia Ingrid Fernandes de Morais Autor
  • Vinicius Rodrigues de Oliveira Autor
  • Ana Edith Farias Lima Autor
  • Maicon Christian Martins dos Santos Autor

DOI:

https://doi.org/10.56238/arev8n3-155

Palavras-chave:

Alta Performance, Adoecimento Ocupacional, Engajamento Organizacional, Saúde Mental no Trabalho, Gestão de Pessoas

Resumo

A cultura da alta performance permeia as organizações contemporâneas como promessa de excelência e competitividade, porém sua implementação revela paradoxos que merecem investigação profunda. Este estudo analisa a tensão entre engajamento organizacional e adoecimento ocupacional decorrente de pressões por desempenho contínuo. Mediante abordagem bibliográfica exploratória, examina-se como estruturas de gestão centradas em métricas de produtividade afetam a saúde mental e física dos trabalhadores. Os resultados indicam que a alta performance, quando desvinculada de políticas de bem-estar integral, funciona como mecanismo de intensificação laboral que mascara precarização sob linguagem de motivação. Conclui-se que organizações sustentáveis requerem reconfiguração paradigmática que equilibre objetivos produtivos com proteção da integridade psicossomática dos colaboradores, transformando a performance em ferramenta de desenvolvimento humano e não de exploração velada.

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Publicado

2026-03-30

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

DE ABREU, Cibely Maria Ferreira; LEAL, Rubens Savaris; RODRIGUES, Melquizedec Arcos; DA COSTA, João Carlos Tavares; DE MORAIS, Antonia Ingrid Fernandes; DE OLIVEIRA, Vinicius Rodrigues; LIMA, Ana Edith Farias; DOS SANTOS, Maicon Christian Martins. CULTURA DA ALTA PERFORMANCE NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS: ESTRATÉGIA DE ENGAJAMENTO OU MECANISMO DE ADOECIMENTO OCUPACIONAL?. ARACÊ , [S. l.], v. 8, n. 3, p. e12728, 2026. DOI: 10.56238/arev8n3-155. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/12728. Acesso em: 18 abr. 2026.