ANÁLISIS DE LA POLÍTICA AGROEXPORTADORA (1930-1945) DESDE LA PERSPECTIVA DE LA NUEVA ECONOMÍA INSTITUCIONAL
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n6-055Palabras clave:
Nueva Economía Institucional, Desarrollo Económico, Café, Brasil, Diversificación ProductivaResumen
Este artículo analiza la política agroexportadora de la era Vargas (1930-1945) desde la perspectiva de la Nueva Economía Institucional (NEI), argumentando que las acciones de Vargas en Brasil fueron un proyecto planificado de ingeniería institucional, y no simplemente una respuesta reactiva a la crisis de 1929. El objetivo central del artículo es presentar cómo se desarrolló el proceso de ruptura con la cultura del café, infiriendo la intervención del Estado en la crisis cafetera a través de organismos como el CNC y el DNC, manteniendo el ingreso interno, lo que posibilitó el proceso de Industrialización por Sustitución de Importaciones (ISI). Simultáneamente, el gobierno fomentó la diversificación productiva, creando regulaciones y estableciendo acuerdos internacionales para reducir los costos de transacción y la incertidumbre. Se utilizó una política exterior pragmática para impulsar la industria exportadora, asegurando fondos para romper el ciclo del café e incorporar al país a un proceso de desarrollo económico más efectivo.
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