AN ANALYSIS OF AGRO-EXPORT POLICY (1930-1945) FROM THE PERSPECTIVE OF THE NEW INSTITUTIONAL ECONOMICS

Authors

  • Pedro Arboit Tartas Author
  • Luiz Philippe dos Santos Ramos Author

DOI:

https://doi.org/10.56238/arev8n6-055

Keywords:

New Institutional Economics, Economic Development, Coffee, Brazil, Productive Diversification

Abstract

This article analyzes the agro-export policy of the Vargas Era (1930-1945) from the perspective of the New Institutional Economics (NIE), arguing that Vargas's actions in Brazil were a planned project of institutional engineering, and not merely a reactive response to the 1929 crisis. The central objective of the article is to present how the process of breaking with the coffee culture unfolded, inferring the State's intervention in the coffee crisis through bodies such as the CNC and the DNC, maintaining domestic income, which enabled the Import Substitution Industrialization (ISI) process. Simultaneously, the government fostered productive diversification, creating regulations and making international agreements to reduce transaction costs and uncertainty. Pragmatic foreign policy was used to leverage the export industry, securing funds to break the coffee cycle and insert the nation into a more effective process of economic development.

Downloads

Download data is not yet available.

References

AGNELLI, Henrique Pons. Vestindo a Wehrmacht: as exportações brasileiras de algodão para a Alemanha, 1934-1940. 2022. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022.

BRANDIS, R. Cotton competition, U.S. and Brazil: 1929-1948. American Journal of Agricultural Economics, 1952.

BRASIL. Conselho Nacional de Estatística. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuário Estatístico do Brasil - 1939-1940. Rio de Janeiro: IBGE, 1941.

BUESCU, Mircea. Evolução econômica do Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: APEC Editora S.A., 1974.

CARVALHO, Gregório Echeverría de. Política externa e política comercial brasileira entre 1930 e 1942: comércio e defesa nacional. 2014. Dissertação de Mestrado - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2014.

CHADREQUE, Juvenal Laurinda da Silva. Nova economia institucional: um estudo sobre possíveis contribuições das instituições no desenvolvimento econômico. 2024. Universidade de Évora, Évora, 2024.

CONCEIÇÃO, Octavio A. C. O conceito de instituição nas modernas abordagens institucionalistas. Revista de Economia Contemporânea, 2002.

CORRÊA, Maria Letícia. Os “Acordos de Washington” de 1942 e a criação da Companhia Vale do Rio Doce: apontamentos para uma história transnacional do desenvolvimento brasileiro. Revista Brasileira de História, v. 42, n. 89, 2022.

FONSECA, Pedro Cezar Dutra. Vargas: o capitalismo em construção, 1906-1954. 3. ed. São Paulo: Hucitec, 2014.

FURLANETTO, Egidio Luiz. Instituições e desenvolvimento econômico: a importância do capital social. Contexto & Aplicação, v. 1, n. 1, 2008.

FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. 10. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1970.

GALA, Paulo. A teoria institucional de Douglass North. Revista de Economia Política, v. 23, n. 2, 2003.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Anuário Estatístico do Brasil – 1936. Rio de Janeiro: IBGE, 1936.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Anuário Estatístico do Brasil – 1937. Rio de Janeiro: IBGE, 1937.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Anuário Estatístico do Brasil – 1938. Rio de Janeiro: IBGE, 1939.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Anuário Estatístico do Brasil – 1939-1940. Rio de Janeiro: IBGE, 1941.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Anuário Estatístico do Brasil – 1941-1945. Rio de Janeiro: IBGE, 1946.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Estatísticas Históricas do Brasil: séries econômicas, demográficas e sociais de 1550 a 1988. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: IBGE, 1990.

JOHN, George. An empirical investigation of some antecedents of opportunism in marketing channels. Journal of Marketing Research, v. 21, n. 3, 1984.

MOURA, Gerson. A política externa de Vargas (1930-1945). Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

NORTH, Douglass C. Institutions, Institutional Change and Economic Performance. Cambridge: Cambridge University Press, 1990.

NORTH, Douglass C. Instituciones, cambio institucional y desempeño económico. México, D.F.: Fondo de Cultura Económica, 1993.

NORTH, Douglass C. Economic performance through time. The American Economic Review, v. 84, n. 3,1994.

OLIVEIRA, Arthur Assumpção de. Os regimes cambiais alemães e os acordos bilaterais entre 1934-1939. 2010. Monografia de final de curso - Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2010.

PELAEZ, Carlos M. Análise econômica do programa brasileiro de sustentação do café, 1906-1945. Revista Brasileira de Economia, v. 27, n. 1, 1973.

PEREIRA, Luiz Carlos Bresser. Desenvolvimento e crise no Brasil, 1930-1983. 17. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.

PRADO JÚNIOR, Caio. História econômica do Brasil. 35. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.

VEBLEN, Thorstein. A teoria da classe ociosa: um estudo econômico das instituições. São Paulo: Abril Cultural, 1983.

VILLELA, Annibal V.; SUZIGAN, Wilson. Política do governo e crescimento da economia brasileira, 1889-1945. Rio de Janeiro: IPEA/INPES, 1973.

WILLIAMSON, Oliver E. Markets and hierarchies: analysis and antitrust implications. New York: Free Press, 1975.

WILLIAMSON, Oliver E. The Economic Institutions of Capitalism: Firms, Markets, Relational Contracting. New York: Free Press, 1985.

Published

2026-06-12

Issue

Section

Articles

How to Cite

TARTAS, Pedro Arboit; RAMOS, Luiz Philippe dos Santos. AN ANALYSIS OF AGRO-EXPORT POLICY (1930-1945) FROM THE PERSPECTIVE OF THE NEW INSTITUTIONAL ECONOMICS. ARACÊ , [S. l.], v. 8, n. 6, p. e13439, 2026. DOI: 10.56238/arev8n6-055. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/13439. Acesso em: 18 jun. 2026.