LA PRODUCCIÓN DEL ESPACIO URBANO Y LA FUNCIÓN SOCIOAMBIENTAL DE LA PROPIEDAD: TENSIONES ENTRE EL DERECHO A LA CIUDAD, EL MEDIO AMBIENTE Y EL PATRIMONIO HISTÓRICO EN SÃO PAULO
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n5-111Palabras clave:
Derecho a la Ciudad, Función Socioambiental de la Propiedad, Gentrificación, Derecho Ambiental, Patrimonio Cultural, AccesibilidadResumen
Este artículo analiza las contradicciones en la producción del espacio urbano, investigando las tensiones entre los derechos de propiedad, el derecho a la ciudad, el medio ambiente y la preservación del patrimonio con la accesibilidad. Tomando como punto de partida la metrópolis de São Paulo, el estudio articula tres dinámicas de estructuración espacial que se comunican a través de un hilo conductor: la disputa entre la lógica financiera y la función socioambiental de la propiedad. Examina (i) la financiarización mediante la recalificación en el centro histórico, con énfasis en la Ley de Rehabilitación y el proyecto del Parque Minhocão; (ii) el conflicto socioambiental en la expansión periférica, ilustrado por el caso del Parque dos Búfalos; y (iii) los choques entre la protección histórica y el derecho de accesibilidad en mansiones catalogadas. Demuestra cómo la función socioambiental de la propiedad se ve sistemáticamente mitigada por las lógicas del mercado, concluyendo que superar la desigualdad urbana requiere una hermenéutica que integre inseparablemente el Derecho Urbanístico, el Derecho Ambiental y los Derechos Humanos.
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