MÉTODOS DE AUTOCOMPOSICIÓN PARA LA RESOLUCIÓN DE CONFLICTOS EN DERECHO DE FAMILIA: FUNDAMENTOS, MARCO NORMATIVO Y EFICACIA EN LA PRESTACIÓN DE SERVICIOS JURISDICCIONALES
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n2-123Palabras clave:
Autocomposición, Mediación Familiar, Derecho de Familia, Acceso a la Justicia, Servicios JudicialesResumen
Este artículo analiza los medios de autocomposición para la resolución de conflictos, con énfasis en la mediación y la conciliación, como la forma más adecuada y eficaz de servicio jurisdiccional en el ámbito del derecho de familia. La investigación adopta una metodología cualitativa, de naturaleza bibliográfica y documental, que combina una revisión doctrinal interdisciplinaria con un análisis del marco normativo vigente, incluyendo la Constitución Federal de 1988, el Código de Procedimiento Civil de 2015, la Ley de Mediación (Ley n.º 13.140/2015), la Resolución n.º 125/2010 del Consejo Nacional de Justicia y los instrumentos normativos relacionados. El estudio examina los fundamentos teóricos de la autocomposición, destacando el paradigma del sistema de múltiples puertas y la concepción cualitativa del acceso a la justicia, y los articula con las especificidades de los conflictos familiares, caracterizados por la continuidad de los vínculos, la carga emocional y la presencia de sujetos vulnerables. Este análisis identifica el potencial de los medios consensuales, la construcción de acuerdos sostenibles, la preservación de los vínculos parentales y la reducción del nuevo litigio y sus limitaciones, en particular en situaciones de violencia doméstica y desequilibrios de poder entre las partes. El artículo concluye que la autocomposición, cuando se lleva a cabo con la técnica adecuada y teniendo en cuenta las asimetrías de género, constituye un instrumento para la realización efectiva del derecho fundamental al acceso a la justicia y la protección de la dignidad de los miembros de la familia.
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