SEGURO SOCIAL HÍBRIDO COMO COMPLEMENTO AL BPC: PROTECCIÓN PREVENTIVA FRENTE A LOS RIESGOS DE INFORMALIDAD Y VULNERABILIDAD FAMILIAR
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n1-099Palabras clave:
Protección Social, BPC, Informalidad, Seguro Híbrido, Política Pública, ención SocialResumen
Este artículo analiza la viabilidad de un Seguro Social Híbrido como mecanismo complementario al Beneficio de Prestación Continuada (BPC), orientado a ofrecer protección preventiva a familias de bajos ingresos frente a la muerte precoz o incapacidad laboral del proveedor, especialmente en contextos de alta informalidad. Se parte del diagnóstico de que el sistema brasileño de protección social continúa siendo mayormente reparador y ex post, activándose sólo después de la consolidación del daño social, lo que genera ciclos persistentes de pobreza y dependencia asistencial. A partir de revisión bibliográfica, análisis normativo y sistematización de experiencias internacionales de microseguros y esquemas cofinanciados, el estudio propone un diseño conceptual basado en tres pilares: (i) cofinanciamiento público-privado, (ii) disparadores paramétricos simples, y (iii) integración institucional con el SUAS y el BPC, evitando superposición de beneficios. Se sostiene que el modelo puede reducir la vulnerabilidad intergeneracional, mitigar impactos socioeconómicos de eventos incapacitantes y, al mismo tiempo, disminuir presiones futuras sobre la asistencia social al actuar preventivamente. El artículo concluye proponiendo una agenda de investigación aplicada, con modelación actuarial, evaluación distributiva y análisis de gobernanza, que servirá de base para desarrollos empíricos posteriores en Brasil y en perspectiva comparada.
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