USO EXCESIVO DE RITALIN ENTRE ACADÉMICOS NO DIAGNOSTICADOS CON TDAH
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev7n12-328Palabras clave:
Trastorno por Déficit de Atención e Hiperactividad, Metilfenidato, Ritalin®, Uso Indiscriminado, Estudiantes Universitarios, Salud Mental, Salud PúblicaResumen
INTRODUCCIÓN: El Trastorno por Déficit de Atención e Hiperactividad (TDAH) se trata principalmente con psicoestimulantes, especialmente clorhidrato de metilfenidato. Sin embargo, se ha observado un aumento en el consumo de este fármaco por parte de estudiantes universitarios sin diagnóstico clínico, particularmente en el ámbito de las ciencias de la salud. OBJETIVO: Analizar el uso excesivo de metilfenidato entre estudiantes universitarios sin diagnóstico de TDAH, identificando motivaciones, riesgos e implicaciones para la salud mental colectiva. METODOLOGÍA: Se trata de una revisión bibliográfica integradora, realizada en las bases de datos SciELO, Revistas CAPES y Google Académico, que incluyó estudios publicados entre 2014 y 2024. Nueve artículos cumplieron los criterios de elegibilidad y fueron analizados cualitativamente. RESULTADOS Y DISCUSIÓN: Los estudios mostraron una alta prevalencia de uso no prescrito de metilfenidato, principalmente motivado por la búsqueda de un mejor rendimiento académico y la reducción de la fatiga. Se reportaron efectos físicos y psicológicos adversos, además de la medicalización del sufrimiento académico. CONCLUSIÓN: El uso indiscriminado de Ritalin® constituye un importante problema de salud pública que exige políticas regulatorias, educación para la salud y la promoción de la salud mental en el ámbito universitario.
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