OS CAMINHOS DO CARÁTER FORMATIVO DA AUTOAVALIAÇÃO DISCENTE
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n6-036Palavras-chave:
Autoavaliação Discente, Avaliação Formativa, Cultura EscolarResumo
Este artigo tem o objetivo de discutir os pressupostos teórico-metodológicos da autoavaliação discente, a partir de uma pesquisa bibliográfica em que recorremos a autores como Villas Boas (2006, 2008), Perrenoud (1999), Hadji (2001), Hoffmann (1993, 2014), Sousa; Lopes (2025) e Correia (2021). Para isso, perguntamos: Será que a autoavaliação discente promove mudanças na cultura escolar, onde prevalecem as avaliações tradicionais na lógica do sistema de classificação, das notas, exames e meritocracia individual arraigada no ambiente escolar? A conclusão foi que os autores do campo da avaliação educacional, admitem ser a autoavaliação discente um poderoso vetor para direcionar mudanças, porém, ainda está muito atrelada às condições institucionais do trabalho docente e muito submetida à lógica da cultura escolar que inviabiliza a superação desse cenário em que a avaliação classificatória é dominante.
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