A LITERATURA ITALIANA APÓS O FASCISMO: EXPERIMENTALISMO E CULTURA DE MASSA NO GRUPPO 63

Autores

  • Bárbara Coelho Ciciliato Cabreira Autor

DOI:

https://doi.org/10.56238/arev8n6-018

Palavras-chave:

Literatura Italiana, Gruppo 63, Kitsch, Fascismo

Resumo

Este trabalho tem como objetivo apresentar brevemente o movimento literário italiano Gruppo 63, constituído na década de 1960, que buscava romper com os modelos tradicionais da literatura italiana e questionar os padrões culturais impostos pela sociedade da época. Em um contexto marcado pelos impactos do fascismo e pelas transformações do pós-guerra, escritores e intelectuais ligados ao grupo propuseram novas formas de expressão estética e crítica social, posicionando-se contra estruturas conservadoras presentes na arte e na literatura. O estudo aborda reflexões histórico-culturais relacionadas ao fascismo, à cultura de massa e ao conceito de kitsch, com destaque para as discussões desenvolvidas pelo escritor italiano Umberto Eco. Busca-se compreender como esses intelectuais utilizaram a literatura como instrumento de contestação cultural, crítica social e renovação estética no cenário italiano contemporâneo.

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Publicado

2026-06-05

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

CABREIRA, Bárbara Coelho Ciciliato. A LITERATURA ITALIANA APÓS O FASCISMO: EXPERIMENTALISMO E CULTURA DE MASSA NO GRUPPO 63. ARACÊ , [S. l.], v. 8, n. 6, p. e13370, 2026. DOI: 10.56238/arev8n6-018. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/13370. Acesso em: 5 jun. 2026.