DIAGNÓSTICO DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO SEM SUPRADESNIVELAMENTO DO SEGMENTO ST (IAMSSST): CRITÉRIOS CLÍNICOS E ELETROCARDIOGRÁFICOS

Autores

  • Fernando Malachias de Andrade Bergamo Autor
  • Nilson Hitoshi Yoshimoto Autor
  • Stephanie Honore Welter Fontinele Autor
  • João Vitor Fontes Santana Autor
  • João Fernandes Floriano Autor
  • Karla Patricia Branco Vasconcelos Autor
  • Daniela Gomes da Cunha Neves Autor
  • Mirtes Andrezza Costa Lucena Autor
  • Gotardo Duarte Dumaresq Filho Autor
  • Maria Clara Holanda Dumaresq Autor
  • Gabriella Lara Silva Santos Autor
  • Gustavo Fonseca Medina Pereira Autor
  • Arthur Mendonça de Novaes Autor

DOI:

https://doi.org/10.56238/arev8n3-056

Palavras-chave:

Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnivelamento do Segmento ST, IAMSSST, OMI, NOMI, Eletrocardiografia, Troponina, Estratificação de Risco

Resumo

A Síndrome Coronariana Aguda (SCA) é a principal causa de mortalidade global, sendo o Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnivelamento do Segmento ST (IAMSSST) duas vezes mais frequente que o IAMCSST. Tradicionalmente, o diagnóstico do IAMSSST baseia-se na ausência de elevação persistente do ST no ECG, associada à elevação de troponinas. Contudo, o paradigma STEMI/NSTEMI é limitado, uma vez que 25% a 34% dos pacientes classificados como IAMSSST apresentam Oclusão Miocárdica (OMI) e necessitam de reperfusão imediata. Este estudo, uma revisão bibliográfica narrativa na base de dados PubMed, objetivou sintetizar e analisar as evidências mais recentes sobre o diagnóstico do IAMSSST. Os resultados reforçam a transição para o modelo OMI/NOMI, destacando a importância da identificação de "equivalentes de STEMI" eletrocardiográficos, como o padrão de De Winter, a Síndrome de Wellens e ondas T hiperagudas. Embora as troponinas ultrassensíveis otimizem o diagnóstico precoce, elas não distinguem a etiologia do infarto nem identificam oclusões em tempo real. A estratificação de risco rigorosa, com escores como o GRACE, é fundamental para guiar a estratégia invasiva (emergente ou em até 24 horas). O manejo futuro do IAMSSST exige a integração de avanços diagnósticos, melhor estratificação de risco e terapias personalizadas, com foco contínuo na prevenção secundária e em populações vulneráveis, como pacientes idosos.

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Publicado

2026-03-13

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

BERGAMO, Fernando Malachias de Andrade et al. DIAGNÓSTICO DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO SEM SUPRADESNIVELAMENTO DO SEGMENTO ST (IAMSSST): CRITÉRIOS CLÍNICOS E ELETROCARDIOGRÁFICOS. ARACÊ , [S. l.], v. 8, n. 3, p. e12505, 2026. DOI: 10.56238/arev8n3-056. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/12505. Acesso em: 14 mar. 2026.