LA TEORÍA DE LA JUSTICIA DE JOHN RAWLS Y LA JUDICIALIZACIÓN DE LAS POLÍTICAS DE SALUD PÚBLICA EN BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev7n11-145Palabras clave:
Justicia, Salud, Rawls, Judicialización, EquidadResumen
Este artículo analiza la judicialización de las políticas de salud en Brasil a la luz de la teoría de la justicia de John Rawls. El problema abordado es la hipótesis de la posibilidad de utilizar los principios rawlsianos (principios de justicia) como parámetro de justicia para las acciones judiciales, dada la omisión del Estado en las demandas de salud en Brasil. Para ello, mediante el método deductivo y la investigación bibliográfica, se comprendieron los fundamentos de la justicia como equidad, especialmente el principio de diferencia e igualdad, así como su potencial aplicación en el contexto institucional brasileño. Se señala que la judicialización puede interpretarse como un mecanismo para corregir desigualdades, siempre que se rija por criterios éticos y distributivos, vinculados a la propuesta rawlsiana. Sin embargo, las insuficiencias prácticas y la selectividad en el acceso a la justicia se manifiestan como obstáculos para la plena realización de esta teoría. A su vez, como hipótesis complementarias para el análisis, se discutieron tanto las posibilidades de su aplicación como fundamento del sistema de salud y del papel judicial en la búsqueda de la justicia equitativa, como las críticas a la teoría de Rawls.
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