LA METODOLOGÍA DE LA PROBLEMATIZACIÓN EN EL RESCATE DE LOS JUEGOS TRADICIONALES: INFORME DE EXPERIENCIA DE LAS CLASES DE EDUCACIÓN FÍSICA PARA ESTUDIANTES DE PRIMARIA
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n3-130Palabras clave:
Arco de Meguerez, Culturas de Juego Infantil, Metodología de Problematización, Juegos Populares, Primeros Años de PrimariaResumen
Este estudio está vinculado al Programa de Máster de Posgrado en Educación Física en la Red Nacional (PROEF), Universidad Estatal de São Paulo (UNESP), Facultad de Ciencias y Tecnología (FCT), Campus Presidente Prudente. El objetivo es elaborar un informe de experiencia basado en la descripción de las intervenciones realizadas entre octubre y diciembre de 2025, con 35 alumnos de 4º curso de primaria, en un colegio público del municipio de Campo Grande (MS). Utilizando la Metodología de Problematización del Arco de Meguerez y partiendo de la perspectiva freireana, las intervenciones partieron de problemas sobre los juegos populares, sus orígenes y sus interpretaciones generacionales. Se pudo concluir que la ocurrencia de momentos en los que las familias experimentan la cultura lúdica y la transmiten a sus hijos genera un conocimiento significativo. Sin embargo, debido a muchos factores, las familias han atribuido la función de esta experiencia a las escuelas. A su vez, muchas escuelas hacen imposible que existan las culturas lúdicas, debido a que, entre otras razones, se aprecia ciertos contenidos, en detrimento de otros. La metodología de problematización del arco de Maguerez nos muestra que es posible pensar en metodologías activas capaces de involucrar a los estudiantes en un proceso de autonomía crítica en las clases de educación física. Por lo tanto, existe la posibilidad de que los juegos populares resurjan como una cultura lúdica dentro de las escuelas, haciendo que lo que antes era común en nuestras calles reaparezca en las esquinas y los encantos de las escuelas.
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Referencias
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