TEORÍA DE SISTEMAS, PODER Y MASAS: REDES SOCIALES Y LÍMITES GUBERNAMENTALES

Autores/as

  • Marcelo Carita Correra Autor/a
  • Tatiana Gorenstein Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/arev8n1-126

Palabras clave:

Redes Sociais, Poder, Comunicación, Individualismo

Resumen

Este artículo, desarrollado mediante el método lógico-deductivo y basado en la literatura jurídica nacional e internacional, se centra en las redes sociales desde la perspectiva de la teoría del poder de Michel Foucault, la teoría de sistemas de Niklas Luhmann, la visión de la modernidad líquida de Zygmunt Bauman y la perspectiva de Elias Canetti sobre la formación de las masas. De este modo, busca arrojar luz sobre la pregunta de investigación: ¿cuál es el papel, si lo hay, de los Estados en la regulación de las redes sociales? El estudio parte de las teorías de los autores mencionados, sin limitarse a una simple discusión sobre la posibilidad o no de regular las redes sociales ante el clásico conflicto entre las premisas liberales y las corrientes que admiten la intervención estatal como forma de garantizar la paz pública. El análisis considera las características de la sociedad contemporánea y la comunicación mediada por las redes sociales, así como las limitaciones y prerrogativas del Estado. La conclusión señala la posibilidad de regulación, sin descuidar, sin embargo, la necesidad de preservar los derechos individuales, especialmente los relacionados con la privacidad y la intimidad.

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Publicado

2026-01-22

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

CORRERA, Marcelo Carita; GORENSTEIN, Tatiana. TEORÍA DE SISTEMAS, PODER Y MASAS: REDES SOCIALES Y LÍMITES GUBERNAMENTALES. ARACÊ , [S. l.], v. 8, n. 1, p. e11880, 2026. DOI: 10.56238/arev8n1-126. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/11880. Acesso em: 27 jan. 2026.