MODELIZACIÓN DE LA DISTRIBUCIÓN DE DIÁMETROS EN UN REMANENTE DE CERRADO EN LA REGIÓN TOCANTINS DE MARANHÃO
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n1-086Palabras clave:
Funciones de Densidad de Probabilidad, Estructura Forestal, Gestión SostenibleResumen
El Cerrado es uno de los biomas más extensos y ecológicamente relevantes de Brasil, y considerando las intensas presiones antropogénicas sobre este bioma, especialmente en la región de MATOPIBA, comprender la estructura de los remanentes forestales se vuelve fundamental para la conservación y la gestión sostenible. El Cerrado de Maranhão es ecotonal, en transición con la Amazonia y la Caatinga, con complejidad florística y estructural, y una brecha por dilucidar en estudios relacionados con la estructura diamétrica. En este contexto, el presente estudio tiene como objetivo caracterizar la estructura diamétrica de la vegetación arbórea de un remanente de Cerrado ubicado en el municipio de Lajeado Novo, en la Región de Tocantina de Maranhão. La investigación se llevó a cabo mediante la distribución de individuos en clases diamétricas y el ajuste de modelos estadísticos. Para ello, se analizaron datos de tres parcelas permanentes, considerando individuos arbóreos con DBH ≥ 5 cm, organizados en clases diamétricas definidas por el criterio de Sturges. Las funciones de densidad de probabilidad se ajustaron a los modelos Meyer, Weibull de tres parámetros, Beta, Gamma y Johnson SB, validados mediante la prueba de Kolmogorov-Smirnov, y se seleccionaron con base en el error estándar de la estimación ajustada (Syx%) y la desviación porcentual media (MPD%). Así, se observó que la distribución diamétrica presentó un patrón en forma de J invertida, típico de las formaciones del Cerrado de edad irregular, siendo el modelo Johnson SB el que mostró el mejor rendimiento estadístico. Esto permite concluir que este modelo es el más adecuado para representar la estructura diamétrica del área estudiada, constituyendo una herramienta eficaz para la planificación de la gestión forestal sostenible y para las acciones de conservación de la vegetación nativa.
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Referencias
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