EL DESAFÍO ÉTICO DE LA IA EN LA FORMACIÓN HUMANA: DIRECTRICES PARA UNA EDUCACIÓN RESPONSIVA E INCLUSIVA

Autores/as

  • Kátia Valeria Pereira Gonzaga Autor/a
  • Marcos Rogério Martins Costa Autor/a
  • Izabela Gimenes Lopes Autor/a
  • Fausto Klabund Ferraris Autor/a
  • Deise Mazzarella Goulart Ferreira Autor/a
  • Marcello Ferreira Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/arev7n11-241

Palabras clave:

Ética, Formación Humana, Inclusión, Inteligencia Artificial, Capacidad de Respuesta

Resumen

El uso de la inteligencia artificial (IA) en la educación de niños, jóvenes y adultos ha suscitado cuestiones éticas, especialmente con el surgimiento de herramientas avanzadas como ChatGPT, de OpenAI, que pretenden presentarse como textos supuestamente humanos cuando, en realidad, se constituyen como modelos de lenguaje generativos que ocultan las nociones de autoría y veridicción. El uso indiscriminado de esta tecnología como asistente para la formación humana y académica, así como para la producción y revisión de textos académicos, plantea preocupaciones sobre la originalidad y la integridad de las informaciones producidas. En esta línea, se busca reflexionar sobre los impactos éticos del uso de herramientas de IA en contextos educativos y académicos, con énfasis en la necesidad de directrices para su utilización responsable, transparente y equitativa. Se trata de una investigación de enfoque cualitativo, naturaleza aplicada, objetivos exploratorios y procedimientos bibliográficos basados en una revisión narrativa de la literatura, utilizando artículos científicos, libros de referencia y documentos de organizaciones internacionales seleccionados según el criterio de adecuación al tema y a su tratamiento. Estudios recientes demuestran preocupaciones con la cuestión ética del uso de herramientas de IA, particularmente en relación con la privacidad y protección de datos, sesgo algorítmico, transparencia y aplicabilidad, así como autonomía y control humano. El tema fue abordado a través de las siguientes categorías: 1) dilemas éticos y epistémicos; 2) principios de transparencia, justicia e inclusión; y 3) marcos regulatorios y propuestas responsivas, indicando que existen fragilidades en la dimensión autoral frente al uso de IA, pero que una respuesta política, tecnológica y educativa debe basarse en la ampliación de la formación, en la cualificación de la tecnología y en estrategias de capacidad de respuesta tecnológica, justicia cognitiva e inclusión digital. Por lo tanto, se recomienda transparencia, garantizando que los sistemas sean más explicativos y auditables, regulación y directrices, mitigación de sesgos, protección de datos y mantenimiento de la supervisión humana sobre decisiones críticas, desde una perspectiva responsiva e inclusiva.

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Publicado

2025-11-20

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

GONZAGA, Kátia Valeria Pereira; COSTA, Marcos Rogério Martins; LOPES, Izabela Gimenes; FERRARIS, Fausto Klabund; FERREIRA, Deise Mazzarella Goulart; FERREIRA, Marcello. EL DESAFÍO ÉTICO DE LA IA EN LA FORMACIÓN HUMANA: DIRECTRICES PARA UNA EDUCACIÓN RESPONSIVA E INCLUSIVA. ARACÊ , [S. l.], v. 7, n. 11, p. e10186, 2025. DOI: 10.56238/arev7n11-241. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/10186. Acesso em: 27 jan. 2026.