ESCOLIOSE EM PACIENTES PEDIÁTRICOS: EVOLUÇÃO CLÍNICA E RADIOLÓGICA APÓS TRATAMENTO CIRÚRGICO
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n3-046Palavras-chave:
Pacientes Pediátricos, Escoliose, Ângulo de CobbResumo
Introdução: O termo “escoliose” significa curvatura. Não se trata propriamente de uma doença, mas sim de uma deformidade tridimensional caracterizada pela rotação vertebral, resultando em uma curvatura lateral da coluna vertebral.
Objetivo: Avaliar a evolução clínica e os resultados radiográficos de pacientes pediátricos submetidos à cirurgia para correção de escoliose em um centro pediátrico de nível terciário.
Metodologia: Foi realizado um estudo quantitativo, descritivo e retrospectivo, utilizando prontuários médicos como população. Uma amostra de 82 pacientes pediátricos com diagnóstico de escoliose submetidos a tratamento cirúrgico foi selecionada, levando-se em consideração as medidas do ângulo de Cobb pré e pós-operatórias para determinar a melhora anatômica e funcional.
Resultados: O ângulo de Cobb diminuiu de 72,7° no pré-operatório para 18,40° no pós-operatório. A função pulmonar normal foi confirmada. Nos meninos, 16% das crianças apresentaram restrição leve, enquanto nas meninas, a restrição moderada foi observada em 15,7%.
Conclusões: O tratamento cirúrgico em pacientes pediátricos com escoliose, quando claramente indicado, melhorou substancialmente os resultados clínicos, estruturais e funcionais
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