BRINCADEIRAS TRADICIONAIS COMO PRÁTICA EDUCATIVA NO ENSINO FUNDAMENTAL EM SANTA TEREZA DO OESTE – PR

Autores

  • Neivair Funez Autor
  • Emanuelli Renosto Autor
  • Teresina Funez Garbossa Autor
  • Ilone Cristina Bellini Autor
  • José Amauri Siqueira da Silva Autor
  • Michelle Siqueira Autor
  • Francy Rodrigues Guia Nyamien Autor

DOI:

https://doi.org/10.56238/arev7n12-325

Palavras-chave:

Cultura Lúdica, Socialização Escolar, Ensino e Aprendizagem

Resumo

As brincadeiras tradicionais constituem-se como importantes instrumentos para o desenvolvimento integral das crianças, abrangendo dimensões cognitivas, sociais, emocionais e físicas. O presente estudo teve como objetivo analisar a percepção de professores do Ensino Fundamental acerca da relevância dessas práticas no município de Santa Tereza do Oeste – PR. A pesquisa contou com a participação de 45 docentes, e a coleta de dados ocorreu por meio de questionários estruturados e entrevistas semiestruturadas. Os resultados evidenciam que a maioria dos professores reconhece os benefícios das brincadeiras tradicionais, ressaltando sua contribuição para o comportamento, a socialização, a aprendizagem colaborativa e o desenvolvimento motor dos alunos. Contudo, foram apontados desafios para sua efetivação no contexto escolar, tais como a limitação de tempo no planejamento pedagógico, a escassez de recursos materiais, o desinteresse de parte dos estudantes e a insuficiência de apoio institucional. Apesar desses entraves, a análise indica que os docentes valorizam a inserção das brincadeiras tradicionais no processo educativo, reconhecendo-as como uma estratégia pedagógica significativa para a promoção do desenvolvimento integral das crianças.

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Publicado

2025-12-29

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

FUNEZ, Neivair; RENOSTO, Emanuelli; GARBOSSA, Teresina Funez; BELLINI, Ilone Cristina; DA SILVA, José Amauri Siqueira; SIQUEIRA, Michelle; NYAMIEN, Francy Rodrigues Guia. BRINCADEIRAS TRADICIONAIS COMO PRÁTICA EDUCATIVA NO ENSINO FUNDAMENTAL EM SANTA TEREZA DO OESTE – PR. ARACÊ , [S. l.], v. 7, n. 12, p. e11481 , 2025. DOI: 10.56238/arev7n12-325. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/11481. Acesso em: 22 jan. 2026.