A (IN)EFICÁCIA DA LEI DE ALIENAÇÃO PARENTAL: UMA ANÁLISE CRÍTICA PELA REVOGAÇÃO DA LEI Nº 12.318/2010

Autores

  • Kasy Hellen Reis Quirino Author
  • Vanesse Louzada Coelho Author

DOI:

https://doi.org/10.56238/levv17n60-058

Palavras-chave:

Alienação Parental, Violência Institucional, Proteção Integral, Gênero, Melhor Interesse da Criança

Resumo

O presente artigo analisa as distorções na aplicação da Lei de Alienação Parental (Lei nº 12.318/2010) no sistema jurídico brasileiro, sob o prisma da transição do patrimonialismo familiar para a proteção sistêmica existencial. O estudo investiga como um dispositivo criado para proteger o vínculo afetivo entre pais e filhos tem sido instrumentalizado como estratégia de defesa por agressores em contextos de violência doméstica e abuso sexual. Através de uma revisão bibliográfica e análise de dados institucionais, observa-se a emergência da "revitimização institucional", na qual mães protetoras são silenciadas e patologizadas pelo aparato estatal. Conclui-se que a fragilidade científica da Síndrome de Alienação Parental e o viés de gênero na magistratura comprometem o Princípio do Melhor Interesse da Criança, demandando uma revisão crítica ou revogação da norma para alinhar o Brasil aos padrões internacionais de Direitos Humanos.

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Publicado

2026-05-23

Como Citar

QUIRINO, Kasy Hellen Reis; COELHO, Vanesse Louzada. A (IN)EFICÁCIA DA LEI DE ALIENAÇÃO PARENTAL: UMA ANÁLISE CRÍTICA PELA REVOGAÇÃO DA LEI Nº 12.318/2010. LUMEN ET VIRTUS, [S. l.], v. 17, n. 60, p. e13216, 2026. DOI: 10.56238/levv17n60-058. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/view/13216. Acesso em: 27 maio. 2026.