LA ESCUCHA SENSIBLE COMO HERRAMIENTA TERAPÉUTICA: UN ENFOQUE INTEGRADOR E INNOVADOR PARA EL DESARROLLO HUMANO
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv14n32-028Palabras clave:
Escucha Sensible, Terapia Integrativa, Humanización, Empatía, Desarrollo HumanoResumen
Este artículo analiza la escucha sensible como herramienta terapéutica, entendida como una práctica integradora e innovadora capaz de potenciar los procesos de humanización y desarrollo humano. La investigación, de carácter bibliográfico y cualitativo, se basó en autores clásicos de metodología científica y estudios recientes que destacan la importancia de la escucha en contextos clínicos, de salud pública y educativos. Los resultados indicaron que la escucha sensible fortalece vínculos, legitima narrativas y promueve la resignificación, configurándose como una tecnología de atención ligera que potencia la integralidad y fomenta la autonomía de las personas. Se evidenció que esta práctica trasciende el ámbito clínico, extendiéndose a contextos pedagógicos y sociales, donde posibilita la emancipación, la autoría y la coautoría de procesos. El análisis también reveló que la escucha constituye una innovación al trasladar la atención del modelo biomédico a enfoques más amplios capaces de integrar dimensiones cognitivas, emocionales, relacionales y espirituales. Durante la pandemia de COVID-19, la escucha resultó esencial para abordar el malestar psicológico, el duelo y la ansiedad, reforzando su papel indispensable en contextos de crisis. Se puede concluir que la escucha sensible no solo enriquece las prácticas terapéuticas, sino que también promueve la transformación social al ofrecer un espacio para la aceptación, el diálogo y la validación de la experiencia humana.
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