INTELIGENCIA ARTIFICIAL GENERATIVA (AGI) Y DECISIONES JUDICIALES EN MATERIA TRIBUTARIA – LA PRESENCIA INDISPENSABLE DEL SER HUMANO EN LA PRODUCCIÓN DE ESTÁNDARES INDIVIDUALES Y CONCRETOS
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv16n52-035Palabras clave:
Regla de la Matriz de Incidencia Tributaria, Inteligencia Artificial, Actos de Habla, Actos de Conciencia, Producción de Normas Individuales y ConcretasResumen
Este artículo aborda la indispensabilidad de la participación humana en la interpretación de normas generales y abstractas, así como en la elaboración de normas individuales y concretas en materia tributaria. Es bien sabido que el avance de la inteligencia artificial generativa (IAG) está cada vez más presente en las actividades humanas y la vida empresarial. Estudios científicos, doctrinales y académicos, por ejemplo, son realizados por inteligencia artificial con una precisión cada vez más cercana a la de un ser humano. En derecho, la inteligencia artificial se utiliza en la investigación doctrinal y jurisprudencial, en la preparación de documentos y recursos, diversos contratos, la automatización de procesos, la gestión de litigios, etc., sustituyendo tareas que antes realizaban manualmente becarios, abogados, secretarios judiciales y jueces. Los avances en inteligencia artificial alcanzarán sin duda niveles de precisión inimaginables en un futuro próximo, sustituyendo la inteligencia cognitiva humana en numerosas tareas. Pero ¿puede la inteligencia artificial sustituir a los humanos en los actos de habla para desarrollar normas jurídicas individuales y concretas, es decir, en el análisis de casos específicos, el ejercicio del precursor del significado (interpretando normas generales y abstractas) y la emisión de decisiones judiciales (o administrativas)?
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