LIBERACIÓN TEMPORAL: ¿INSTITUTO DE REHABILITACIÓN O DESCARCERIZACIÓN MASIVA?
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv17n60-015Palabras clave:
Libertad Provisional, Ejecución Penal, Resocialización, Sistema Penitenciario, Derecho ProcesalResumen
Este trabajo analiza la institución de la libertad provisional dentro del sistema jurídico brasileño, especialmente en el contexto de la ejecución penal, considerando su función dentro de la política de reinserción social de los condenados. La investigación comienza con un análisis de la Ley de Ejecución Penal (Ley N° 7.210/1984), que regula los requisitos, condiciones y límites para otorgar este beneficio a los reclusos en régimen semiabierto. La libertad provisional se concibe como un instrumento jurídico orientado a la preparación gradual del individuo para su regreso a la vida social, permitiendo el fortalecimiento de los lazos familiares, la participación en actividades educativas y la reintegración progresiva a la sociedad. En este contexto, el estudio examina los criterios legales necesarios para su concesión, así como el papel del Poder Judicial en el análisis del cumplimiento de los requisitos objetivos y subjetivos establecidos por la ley. Además, analiza el debate contemporáneo en torno a esta institución, frecuentemente marcado por cuestiones relacionadas con la seguridad pública y la eficacia de las políticas de reinserción social en el sistema penitenciario brasileño. La metodología empleada se basa en la investigación bibliográfica y el análisis de la legislación pertinente, con el apoyo de la doctrina jurídica especializada y la interpretación de las disposiciones legales relativas a la ejecución penal. Del análisis realizado, se concluye que la libertad provisional constituye un mecanismo importante dentro de la lógica de resocialización del castigo, si bien su aplicación se inscribe en un contexto complejo que exige un equilibrio constante entre garantizar el orden público y promover los derechos fundamentales de la persona privada de libertad.
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Referencias
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