EDUCACIÓN EN SALUD DESARROLLADA DESDE ATENCIÓN PRIMARIA PARA FORTALECER EL AUTOCUIDADO COMUNITARIO EN ZONAS VULNERABLES
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv17n56-073Palabras clave:
Atención Primaria de Salud, Autocuidado, Educación para la Salud, Participación Comunitaria, Poblaciones VulnerablesResumen
Considerando las desigualdades sociales que caracterizan a los territorios vulnerables y sus impactos en las condiciones de salud, la educación para la salud desarrollada en el ámbito de la Atención Primaria de Salud (APS) se presenta como una estrategia fundamental para fortalecer el autocuidado comunitario. Este estudio busca describir cómo la literatura presenta la educación para la salud desarrollada por la AP para el fortalecimiento del autocuidado comunitario. Para ello, se realizó una revisión narrativa de la literatura de carácter cualitativo y descriptivo-analítico, buscando estudios publicados entre 2024 y 2025 en las bases de datos SciELO, BVS, LILACS, MEDLINE/PubMed, Google Scholar y documentos oficiales del Ministerio de Salud, utilizando descriptores controlados DeCS y MeSH combinados con operadores booleanos. Así, se observa que la educación para la salud se presenta como una práctica estructurante del proceso de trabajo de la APS, que favorece la autonomía de los usuarios, la participación social, el fortalecimiento de los vínculos comunitarios y la construcción colectiva de la atención en salud. Las acciones educativas, cuando se guían por las especificidades territoriales y se desarrollan de forma participativa, contribuyen a ampliar la capacidad individual y colectiva para abordar los problemas de salud. Esto lleva a concluir que la educación en salud, integrada a la rutina de la Atención Primaria, es un elemento central para fortalecer el autocuidado comunitario y promover la equidad en territorios socialmente vulnerables.
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Referencias
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