EL PROYECTO DE INTERVENCIÓN COMO CONTRIBUCIÓN A LA TRANSFORMACIÓN DE LAS PRÁCTICAS DE GESTIÓN: LA EXPERIENCIA DE LA ESPECIALIZACIÓN A DISTANCIA

Autores/as

  • Moacyr Torres Junior Autor/a
  • Virginia Alonso Hortale Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/levv17n56-071

Palabras clave:

Educación a Distancia, Educación Continua para la Salud, Formación en Salud, Manejo de la Salud, Proyecto de Intervención

Resumen

El estudio tuvo como objetivo analizar la experiencia de una especialización a distancia, cuya estrategia pedagógica es desarrollar un proyecto de intervención orientado a transformar las prácticas de gestión. Se entendió que la formación en salud es capaz de transformar las prácticas en el servicio, y que el énfasis en la formación de gestores puede ser un diferenciador en la calificación de los profesionales para enfrentar la realidad, utilizando metodologías que demuestren que la práctica de la gestión no es una reproducción de modelos. Se adoptó un enfoque cualitativo y se aplicó un cuestionario en línea a los egresados de la oferta a distancia entre 2016/2017. Se aprobó la propuesta pedagógica. La educación a distancia puede verse como una forma de formar un contingente de profesionales para trabajar en diferentes lugares con el objetivo de construir redes, transformar procesos de trabajo y organizar servicios de salud.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

1. Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil. 40.ed. São Paulo: Saraiva, 2007.

2. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria 198/04: Política Nacional de Educação Permanente em Saúde como estratégia do Sistema Único de Saúde para a formação e o desenvolvimento de trabalhadores para o setor. MS, 2004.

3. Gadotti M. A educação contra a educação: o esquecimento da educação e a educação permanente. 5. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

4. Roschke MAC, Davini MC, Haddad J. Educación permanente y trabajo en salud: un proceso en construcción. Educación Médica y Salud, Volumen 27, No. 4 - Octubre/diciembre 1993.

5. Struchiner M. Novas tecnologias de informação e educação em saúde diante da revolução comunicacional e informacional. In: Minayo MCS, Coimbra Junior CEA. Críticas e atuantes: ciências sociais e humanas em saúde na América Latina. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2005.

6. ENSP - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Regimento Interno. 2015. Disponível em: http://ensino.ensp.fiocruz.br/documentos_upload/regimento-interno-ensp_final_2015.PDF Acesso em 14 agosto 2018.

7. Thiollent M. Metodologia da pesquisa-ação. 18. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

8. Matos E, Pires D. Teorias administrativas e organização do trabalho: de Taylor aos dias atuais, influências no setor saúde e na enfermagem. Texto Contexto Enferm. 2006 Jul-Set; 15(3):508-14.

9. Ceccim RB, Feuerwerker LMC. O quadrilátero da formação para a área da saúde: ensino, gestão, atenção e controle social. Physis. 2004;14(1): 41-65. https://doi.org/10.1590/S0103-73312004000100004

10. Vergara SC. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006.

11. Cassandre MP, Godoi CK. Metodologias intervencionistas da Teoria da Atividade Histórico-Cultural: abrindo possibilidades para os estudos organizacionais. Revista Gestão Organizacional (RGO), v. 6, n. 3, 2013.

12. Campos GWS. Paidéia e modelo de atenção: um ensaio sobre a reformulação do modo de produzir saúde. Olho Mágico, v. 10, n. 2, p. 7-14, abr./jun. 2003.

13. Souza KM. Estudo das estruturas curriculares com foco na relação teoria-prática de três Cursos de Mestrado Profissional em Saúde Coletiva no Brasil/ Kátia Mendes de Souza. - 2017. 117 f. Tese (doutorado) – Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Rio de Janeiro, 2017.

14. Conill EM, Giovanella L, Freire JM. Entrevista com o professor Gilles Dussault: Desafios dos sistemas de saúde contemporâneos. Revista Ciência & Saúde Coletiva, 16(6):2889-2892, 2011.

15. Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A atenção à saúde coordenada pela APS: construindo as redes de atenção no SUS. Brasília (DF): Organização Pan-Americana da Saúde; 2010.

16. Amaral AEEHB. Gestão de pessoas. In: Ibañez N, Elias PEM, Seixas PHD. (organizadores) Política e gestão pública em saúde. São Paulo: Hucitec Editora; 2011, p.553-85.

17. Fracolli LA, Zoboli ELPC. Desafios presentes na qualificação do cuidado em saúde e humanização: conceitos e concepções. In: IBAÑEZ, N., ELIAS, P.E.M., SEIXAS, P.H.D. (org.). Política e gestão pública em saúde. São Paulo (SP): Hucitec; 2011. p.762-80.

18. CAPES. Documento da área da Saúde Coletiva, 2013. Disponível em: https://www.capes.gov.br/images/stories/download/avaliacaotrienal/Docs_de_ar

ea/Saude_Coletiva_doc_area_e_comiss%C3%A3o_att08deoutubro.pdf. Acesso em 03 de março de 2020

19. Sá MJCN, Porto MTDFPM. Controle Público e o SUS. In: Ibañez N, Elias PEM, Seixas PHD. (organizadores). Política e gestão pública em saúde. São Paulo (SP): Hucitec; 2011. p.395-403.

20. Ceccim RB, Bilibio LFS. Observação da educação dos profissionais da saúde: evidências à articulação entre gestores, formadores e estudantes. In: BRASIL. Ministério da Saúde. Observatório de recursos humanos em saúde no Brasil: estudos e análises. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2002, p. 343-372.

21. Kreindler SA, Dowd DA, Dana SN, Gottschalk T. Silos and social identity: the social identity approach as a framework for understanding and overcoming divisions in health care. Milbank Quarterly, New York, v. 90, n. 2, p. 347-374, June 2012.

22. Barr H, Low H. Introducing interprofessional education. Fareham: CAIPE, 2013.

23. Merhy EE. Em busca da qualidade dos serviços de saúde: os serviços de porta aberta para a saúde e o modelo tecnoassistencial em defesa da vida. In: Cecílio, LCO. (organizador). Inventando a mudança na saúde. São Paulo: Hucitec, 1994, p. 117-160.

24. Haddad JQ, Roschke MA, Davini MC. (editores). Educación permanente de personal de salud. Washington: OPS/OMS, 1994.

25. Silva VC. Terceiro setor e parcerias na saúde: as Organizações Sociais como possibilidades e limites na gerência da Estratégia Saúde da Família. / Vanessa Costa e Silva - 2014. 150 f. Tese (Doutorado) – Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Rio de Janeiro, 2014.

26. Hortale VA, Leal MC, Moreira COF, Aguiar AC. Características e limites do mestrado profissional na área da Saúde: estudo com egressos da Fundação Oswaldo Cruz. Ciência & Saúde Coletiva, 15(4):2051-2058, 2010.

27. Tripp D. Pesquisa-ação: uma introdução metodológica. Educação e pesquisa, v. 31, n. 3, p. 443-466, 2005. https://doi. org/10.1590/S1517-97022005000300009

28. Lorenzetti J, Lanzoni GMM, Assuiti LFC, Pires DEP, Ramos FRS. Gestão em saúde no Brasil: diálogo com gestores públicos e privados. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2014 abr.-jun.; 23(2): 417-25.

Publicado

2026-01-29

Cómo citar

TORRES JUNIOR, Moacyr; HORTALE, Virginia Alonso. EL PROYECTO DE INTERVENCIÓN COMO CONTRIBUCIÓN A LA TRANSFORMACIÓN DE LAS PRÁCTICAS DE GESTIÓN: LA EXPERIENCIA DE LA ESPECIALIZACIÓN A DISTANCIA. LUMEN ET VIRTUS, [S. l.], v. 17, n. 56, p. e11984, 2026. DOI: 10.56238/levv17n56-071. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/view/11984. Acesso em: 17 feb. 2026.