RESULTADOS DE UN INSTRUMENTO DE POLÍTICA DE EMPRENDIMIENTO INNOVADOR EN LA RED FEDERAL DE EDUCACIÓN PROFESIONAL, CIENTÍFICA Y TECNOLÓGICA
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv17n56-036Palabras clave:
Emprendimiento Innovador, Startups, Economía 4.0, Políticas Públicas, Política de InnovaciónResumen
Considerando la necesidad de fortalecer la innovación y el emprendimiento en el ámbito de las instituciones públicas de educación, esta investigación analiza los resultados del proyecto Emprendimiento Innovador (EI), una iniciativa del Ministério da Educação (MEC) - Ministerio de Educación de Brasil orientada a la Rede Federal de Educação, Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT) - Red Federal de Educación Profesional, Científica y Tecnológica. El estudio tiene como objetivo evaluar los impactos del proyecto en la consolidación de la cultura emprendedora, en la infraestructura de investigación y en la capacidad institucional para la generación y difusión de innovaciones. Para ello, se adopta una metodología de enfoque cualitativo y cuantitativo, basada en el análisis de datos secundarios, la aplicación de cuestionarios y la realización de entrevistas con actores institucionales involucrados en la ejecución del proyecto. De este modo, se observa que el EI contribuyó de manera significativa a la mejora de las condiciones de investigación, a la ampliación del acceso al conocimiento aplicado y al fortalecimiento de prácticas emprendedoras en el entorno académico. No obstante, persisten desafíos relacionados con la creación de startups y la comercialización de las innovaciones desarrolladas. Lo que permite concluir que la promoción del emprendimiento innovador en economías en desarrollo requiere políticas públicas integradas, capaces de articular la formación de capacidades, la innovación tecnológica y estrategias de crecimiento sostenible, con el fin de potenciar resultados a largo plazo.
Descargas
Referencias
ANPROTEC. Estudo de impacto econômico: segmento de incubadoras de empresas do Brasil. Brasília, DF: Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendedorismo e Inovação; SEBRAE, 2016.
ARANHA, J. A. S. Mecanismos de geração de empreendimentos inovadores: mudanças na organização e na dinâmica dos ambientes e o surgimento de novos atores. Brasília, DF: ANPROTEC, 2016. (Série Tendências).
BALKIENĖ, K.; JAGMINAS, J. Public policy references: innovative entrepreneurship. Public Policy and Administration, v. 34, n. 1, 2010.
BRASIL. Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004. Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2 dez. 2004.
BRASIL. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 29 dez. 2008.
CARMO, J. P.; COSTA, L. Análise da sustentabilidade econômica de um núcleo de inovação tecnológica integrado a uma incubadora de empresas. In: CONGRESSO DE ADMINISTRAÇÃO, SOCIEDADE E INOVAÇÃO, 2016, Minas Gerais. Anais… Minas Gerais, 2016.
FREEMAN, C.; SOETE, L. A economia da inovação industrial. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2008.
GIANESINI, G.; CUBICO, S.; FAVRETTO, G.; LEITÃO, J. Entrepreneurial competencies: comparing and contrasting models and taxonomies. In: Entrepreneurship and the Industry Life Cycle. Cham: Springer, 2018. p. 13–32. DOI: https://doi.org/10.1007/978-3-319-89336-5_2
KLINE, S. J.; ROSENBERG, N.; LANDAU, R. The positive sum strategy: harnessing technology for economic growth. Washington, DC: National Academy Press, 1986.
KOELLER, P. Dinâmica da inovação no Brasil em contraposição a países selecionados. Brasília: IPEA, 2017. (Radar). Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/7955. Acesso em: 16 maio 2024.
MCTIC – MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES. Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) 2016–2022. Brasília: MCTIC, 2016.
OCDE. Science, Technology and Innovation Outlook 2018: adapting to technological and societal disruption. Paris: OECD Publishing, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1787/sti_in_outlook-2018-en. DOI: https://doi.org/10.1787/sti_in_outlook-2018-en
PELAEZ, V.; INVERNIZZI, N.; FUCK, M. P.; BAGATOLLI, C.; OLIVEIRA, M. R. A volatilidade da agenda política de ciência e tecnologia no Brasil. Revista de Administração Pública, v. 51, n. 5, p. 788–809, 2017. DOI: https://doi.org/10.1590/0034-7612162639
RAUCH, A.; WIKLUND, J.; LUMPKIN, G. T.; FRESE, M. Entrepreneurial orientation and business performance: an assessment of past research and suggestions for the future. Entrepreneurship Theory and Practice, v. 33, n. 3, p. 761–787, 2009. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1540-6520.2009.00308.x
RIPPA, P.; SECUNDO, G. Digital academic entrepreneurship: the potential of digital technologies on academic entrepreneurship. Technological Forecasting and Social Change, v. 146, p. 900–911, 2019. DOI: https://doi.org/10.1016/j.techfore.2018.07.013
RONCARATTI, L. S. A. Incentivos a startups no Brasil: os casos do Startup Brasil, InovAtiva e InovApps. In: CAVALCANTE, P. et al. (org.). Inovação no setor público: teoria, tendências e casos no Brasil. Brasília: ENAP; IPEA, 2017.
SZABO, Z. K.; HERMAN, E. Innovative entrepreneurship for economic development in the EU. Procedia Economics and Finance, v. 3, p. 268–275, 2012. DOI: https://doi.org/10.1016/S2212-5671(12)00151-7
VONORTAS, N. S.; CASTILLO, J. C. A general assessment of policies for science, technology and innovation (STI) in highly developed economies. Relatório para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). São Paulo, 2022.