EDUCACIÓN CONTINUA PARA TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS EN EDUCACIÓN: ¿ALIENACÍON O EMANCIPACIÓN?
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev7n8-195Palabras clave:
Formación Continua, Política Educativa, Técnicos Administrativos en Educación, EmancipaciónResumen
Este estudio es el resultado de una investigación realizada durante una maestría sobre la formación continua de Técnicos Administrativos en Educación (TAE) que trabajan en Instituciones Públicas de Educación Superior en Brasil. Su objetivo general fue analizar el significado y la funcionalidad de la política de formación continua para TAE en la UnB (Universidad de Brasilia). La metodología se basó en un enfoque del materialismo dialéctico histórico y los datos se analizaron mediante el Análisis Crítico del Discurso. Los hallazgos indicaron que la mayoría de los TAE consideran los cursos ofrecidos por los Planes Anuales de Formación como una forma de adquirir nuevos conocimientos y habilidades para el trabajo, y que la institución se limita a ofrecer cursos que resaltan el carácter tecnocrático de la educación. Las conclusiones nos llevan a creer que el estudio contribuye a promover el debate en el campo de la formación continua para TAE y enfatiza la necesidad de implementar políticas públicas, educativas e institucionales que destaquen el carácter de la educación como una acción liberadora y emancipadora para estos individuos.
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