LA SALUD MENTAL EN LA INFANCIA Y ADOLESCENCIA: ACOGIDA Y SEGUIMIENTO CONTINUO
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n3-067Palabras clave:
Salud Mental, Infancia, Adolescencia, Trastornos Mentales, AcogidaResumen
El aumento de los diagnósticos de trastornos mentales en la infancia y la adolescencia, junto con la previsión constitucional de la salud como derecho fundamental, evidencia la relevancia social y jurídica de la salud mental infantojuvenil. Este escenario impone la necesidad de profundizar la discusión sobre estrategias de cuidado que aseguren un desarrollo saludable y la inclusión social. Se pretende analizar los impactos sociales e individuales de los trastornos mentales en niños y adolescentes, resaltando la importancia del diagnóstico temprano, de la atención calificada y del seguimiento continuo, así como de la articulación entre la familia, la escuela y los servicios de salud. Para tal fin, se realizó una investigación bibliográfica con enfoque deductivo, fundamentada en la doctrina especializada y en la legislación pertinente al área de la salud, en el período de 2020 a 2026. De este modo, se observa que la fragilidad en la identificación temprana y en la integración de las redes de cuidado puede intensificar vulnerabilidades y comprometer el desarrollo integral. Se concluye que la efectividad del derecho a la salud mental infantil y juvenil requiere políticas públicas intersectoriales, prácticas de acogida humanizadas y seguimiento continuo, capaces de garantizar protección, promoción de la salud e inclusión social.
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