TENDENCIA TEMPORAL DE LA SÍFILIS GESTACIONAL EN BRASIL DE 2012 A 2022

Autores/as

  • Emile Danielly Amorim Pereira Autor/a
  • Emanuelle Vieira Nogueira Autor/a
  • Vanuza Silva Frazão Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/arev8n1-146

Palabras clave:

Sífilis Gestacional, Vigilancia Epidemiológica, Salud de la Mujer, Enfermería, Infecciones de Transmisión Sexual

Resumen

La sífilis gestacional constituye un importante problema de salud pública debido al alto riesgo de transmisión vertical y a las graves repercusiones para la díada madre-hijo. Se trata de un estudio epidemiológico descriptivo de series temporales con un enfoque cuantitativo, que utiliza datos secundarios del Sistema de Información de Enfermedades de Declaración Obligatoria (SINAN) y del Sistema de Información de Nacidos Vivos (SINASC). Se calcularon las tasas de detección por cada mil nacidos vivos y se crearon gráficos de tendencias. Este estudio tuvo como objetivo analizar la tendencia temporal de la sífilis gestacional en Brasil de 2012 a 2022. Los resultados mostraron un aumento continuo en las notificaciones de sífilis gestacional, que pasaron de 16.444 casos en 2012 a 78.872 en 2022, con una tasa de detección de 30,79 por cada mil nacidos vivos en el último año analizado. La mayoría de las embarazadas infectadas tenían entre 20 y 29 años, eran de raza mixta y presentaban bajo nivel educativo. Las regiones Sudeste y Noreste concentraron el mayor número de notificaciones, siendo la forma clínica latente la más prevalente. Se concluye que la sífilis gestacional muestra una tendencia ascendente en el país, asociada a desigualdades sociales y deficiencias en la atención prenatal. Se destaca la necesidad de fortalecer las acciones de vigilancia, ampliar la cobertura de pruebas y tratamiento, y valorar el papel de enfermería en la prevención y el control de esta enfermedad.

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Publicado

2026-01-29

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

PEREIRA, Emile Danielly Amorim; NOGUEIRA, Emanuelle Vieira; FRAZÃO, Vanuza Silva. TENDENCIA TEMPORAL DE LA SÍFILIS GESTACIONAL EN BRASIL DE 2012 A 2022. ARACÊ , [S. l.], v. 8, n. 1, p. e11958, 2026. DOI: 10.56238/arev8n1-146. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/11958. Acesso em: 17 feb. 2026.