TENDENCIA TEMPORAL DE LA SÍFILIS GESTACIONAL EN BRASIL DE 2012 A 2022
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n1-146Palabras clave:
Sífilis Gestacional, Vigilancia Epidemiológica, Salud de la Mujer, Enfermería, Infecciones de Transmisión SexualResumen
La sífilis gestacional constituye un importante problema de salud pública debido al alto riesgo de transmisión vertical y a las graves repercusiones para la díada madre-hijo. Se trata de un estudio epidemiológico descriptivo de series temporales con un enfoque cuantitativo, que utiliza datos secundarios del Sistema de Información de Enfermedades de Declaración Obligatoria (SINAN) y del Sistema de Información de Nacidos Vivos (SINASC). Se calcularon las tasas de detección por cada mil nacidos vivos y se crearon gráficos de tendencias. Este estudio tuvo como objetivo analizar la tendencia temporal de la sífilis gestacional en Brasil de 2012 a 2022. Los resultados mostraron un aumento continuo en las notificaciones de sífilis gestacional, que pasaron de 16.444 casos en 2012 a 78.872 en 2022, con una tasa de detección de 30,79 por cada mil nacidos vivos en el último año analizado. La mayoría de las embarazadas infectadas tenían entre 20 y 29 años, eran de raza mixta y presentaban bajo nivel educativo. Las regiones Sudeste y Noreste concentraron el mayor número de notificaciones, siendo la forma clínica latente la más prevalente. Se concluye que la sífilis gestacional muestra una tendencia ascendente en el país, asociada a desigualdades sociales y deficiencias en la atención prenatal. Se destaca la necesidad de fortalecer las acciones de vigilancia, ampliar la cobertura de pruebas y tratamiento, y valorar el papel de enfermería en la prevención y el control de esta enfermedad.
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