ANÁLISIS DE LA COBERTURA DE LA ATENCIÓN PRIMARIA DE SALUD EN EL CENTRO-OESTE DE BRASIL EN EL PERÍODO DE 2020 A 2025

Autores/as

  • Hevellyn Dayanne Borges Autor/a
  • Thallita de Freitas Ramos Autor/a
  • Lianna Ghisi Gomes Autor/a
  • Paulo Roberto Spiller Autor/a
  • Juliana Evangelista Bezerril Autor/a
  • Andréa Cristina de Sousa Autor/a
  • Ricardo Cambraia Parreira Autor/a
  • Andresa de Cássia Martini Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/10.56238/arev8n1-119

Palabras clave:

Sistema Único de Salud (SUS), Atención Primaria, Atención Primaria de Salud (APS), Estrategia de Salud Familiar, Programa de Salud Familiar (PSF), Cobertura de Servicios de Salud

Resumen

Este estudio analizó la evolución de la cobertura de Atención Primaria de Salud (APS) en las capitales de la región Centro-Oeste de Brasil —Goiânia, Brasilia, Campo Grande y Cuiabá— entre 2020 y 2025, centrándose en el número de equipos de la Estrategia de Salud Familiar (ESF) y la cobertura poblacional estimada, así como en las brechas en la atención y las desigualdades en el acceso. Se evaluó la evolución temporal de la cobertura durante este periodo, lo que permitió observar tendencias y posibles impactos de factores externos, como la pandemia de COVID-19 y los cambios en las políticas de financiamiento público. Se trata de un estudio descriptivo de series temporales que utiliza datos secundarios de bases de datos oficiales del Ministerio de Salud (SAPS/e-Gestor, DATASUS) y del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE). Los resultados muestran un aumento del 28,5 % en el número de equipos de la ESF durante el periodo, pasando de 935 a 1202 equipos. Campo Grande presentó los índices de cobertura más altos, alcanzando el 71,03 % en 2025, mientras que Goiânia mantuvo los porcentajes más bajos, con un 38,54 %. Brasilia y Cuiabá registraron una expansión progresiva, destacando el Distrito Federal, que concentró más del 50 % de los equipos de la región. Se observó que las capitales con mayor inversión en planificación y gestión mostraron un mejor desempeño en la expansión de la cobertura. Se concluye que, a pesar del avance de la Atención Primaria de Salud (APS) durante el período analizado, persisten las desigualdades regionales, influenciadas por factores socioeconómicos, demográficos y políticos. Los hallazgos refuerzan la importancia de las políticas de financiamiento y la valoración de los equipos de la Estrategia de Salud Familiar (ESF) para ampliar el acceso y fortalecer el Sistema Único de Salud (SUS).

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Publicado

2026-01-19

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

BORGES , Hevellyn Dayanne; RAMOS, Thallita de Freitas; GOMES , Lianna Ghisi; SPILLER, Paulo Roberto; BEZERRIL, Juliana Evangelista; DE SOUSA, Andréa Cristina; PARREIRA, Ricardo Cambraia; MARTINI, Andresa de Cássia. ANÁLISIS DE LA COBERTURA DE LA ATENCIÓN PRIMARIA DE SALUD EN EL CENTRO-OESTE DE BRASIL EN EL PERÍODO DE 2020 A 2025. ARACÊ , [S. l.], v. 8, n. 1, p. e11856, 2026. DOI: 10.56238/10.56238/arev8n1-119. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/11856. Acesso em: 27 jan. 2026.