HABILIDADES SOCIOEMOCIONALES DEL DIRECTOR ESCOLAR: ABRIENDO CAMINOS DE FORMACIÓN Y DESARROLLO PARA EL EQUIPO

Autores/as

  • Mabel Montecinos-Bustos Autor/a
  • Giza Guimarães P. Sales Autor/a
  • Betania Jacob Stange Lopes Autor/a
  • Rosane Michelli de Castro Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/arev8n1-089

Palabras clave:

Habilidades Socioemocionales, Gestión Escolar, Clima Organizacional

Resumen

La construcción de un entorno educativo saludable no depende exclusivamente de los aspectos pedagógicos y administrativos, sino también de la capacidad de los gestores escolares para establecer relaciones interpersonales basadas en la empatía, la comunicación eficaz y el equilibrio emocional. Este artículo investiga la influencia de las habilidades socioemocionales de los gestores escolares en el clima organizacional y en el desempeño de los profesionales de la educación. Fundamentado en un enfoque cualitativo, exploratorio y bibliográfico, el estudio se apoya en autores como Vitor Paro, Heloísa Lück y Daniel Goleman, y busca presentar una visión humanizada del liderazgo escolar, considerada tanto desde la perspectiva social como educativa, y expone resultados que validan esta forma de gestión. Los resultados indican que la gestión humanizada fortalece la colaboración, reduce los conflictos y promueve el compromiso de los equipos. Se constató una escasez de literatura orientada a la formación socioemocional de los líderes educativos, lo que señala la necesidad de más estudios que integren las prácticas de gestión y el desarrollo emocional en el liderazgo escolar.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de; ALYRIO, Rovigati Danilo; MACEDO, Marcelo Alvaro da Silva. Princípios de negociação: ferramentas e gestão. São Paulo: Atlas, 2004.

AGÜERA, L. G. Além da inteligência emocional: As cinco dimensões da mente. São Paulo: Cenage Learning, 2008.

BAILEY, J.; WEINER, R. Interpreting social-emotional learning: how school leaders make sense of SEL skills for themselves and others. School Leadership Review, v. 16, n. 2, 2022.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.

BISQUERRA, R.; PÉREZ-ESCODA, N. Las competências emocionales. Educación XXI, 2007.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 05 mar. 2024.

BURBRIDGE, R. M.; BURBRIDGE, A. Gestão de conflitos: desafios do mundo corporativo. São Paulo: Saraiva, 2012.

GARDNER, Howard. Inteligência: um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

GOLEMAN, D.; BOYATZIS, R.; McKEE, A. Primal leadership: realizing the power of emotional intelligence. Boston: Harvard Business School Press, 2002.

GOLEMAN, Daniel. Emotional intelligence: why it can matter more than IQ. New York: Bantam Books, 1995.

GOLEMAN, Daniel. La práctica de la inteligencia emocional. Barcelona, Espanha: Editorial Kairós, 1998.

GUERRA, Miguel Ángel. La escuela que aprende. Madrid, Espanha: Editora Morata, 2020.

LOBO, A. R.; FERRAZ DA SILVA, C. Habilidades socioemocionais no âmbito escolar: desenvolver para a vida. Ivy Enber Scientific Journal, v. 1, n. 1, p. 146–158, 2021. Disponível em: https://enber.edu.eu/revista/index.php/ies/article/view/10. Acesso em: 25 abr. 2024.

LOTZ, Erika Gisele; GRAMMS, Lorena Carmen. Gestão de talentos [livro eletrônico]. Curitiba: InterSaberes, 2012.

LÜCK, Heloísa. Dimensões de gestão escolar e suas competências. Curitiba: Editora Positivo, 2009.

LÜCK, Heloísa. Gestão da cultura e clima organizacional da escola. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2017.

MACHADO, Elenira et al. Resiliência e inteligência emocional no contexto organizacional. Revista Tópicos, v. 2, n. 11, 2024.

MENSLIN, Douglas. O que esperam de mim na gestão escolar. São Paulo: Editora MM, 2012.

PARO, Vitor. Escritos sobre educação. São Paulo: Xamã Editora, 2001.

PIAGET, J. O juízo moral da criança. São Paulo: Summus, 1932/1994.

PIAGET, J. Relações entre afetividade e a inteligência no desenvolvimento mental da criança. Rio de Janeiro: Wak, 1954/2014.

RÉGO, A.; FERNANDES, C. Inteligência emocional: contributos adicionais para a validação de um instrumento de medida. Psicologia, 19(1/2), 139–167. https://doi.org/10.17575/rpsicol.v19i1/2.401.

SALOVEY, Peter; MAYER, John D. Perceiving affective content in ambiguous visual stimuli: a component of emotional intelligence. Journal of Personality Assessment, v. 54, p. 772–781, 1990.

SANTOS, P. R. Desenvolvimento e aprendizado escolar: uma proposta de mensuração para apoiar políticas públicas. São Paulo: OCDE, SEEDUC, Instituto Ayrton Senna, 2014.

SCHARMER, Otto. Liderar a partir do futuro que emerge: a evolução do sistema econômico egocêntrico para o ecocêntrico. Como aplicar a Teoria U para contribuir com a transformação de indivíduos, organizações e sociedades. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1991.

WHITE, Ellen G. Mente, caráter e personalidade v. 1. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005.

WHITE, Ellen G. Testemunhos para ministros e obreiros evangélicos. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008.

Publicado

2026-01-12

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

MONTECINOS-BUSTOS, Mabel; SALES, Giza Guimarães P.; LOPES, Betania Jacob Stange; DE CASTRO, Rosane Michelli. HABILIDADES SOCIOEMOCIONALES DEL DIRECTOR ESCOLAR: ABRIENDO CAMINOS DE FORMACIÓN Y DESARROLLO PARA EL EQUIPO. ARACÊ , [S. l.], v. 8, n. 1, p. e11792, 2026. DOI: 10.56238/arev8n1-089. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/11792. Acesso em: 18 jan. 2026.