¿CÓMO PREFIEREN LEER LOS ESTUDIANTES? UN ANÁLISIS COMPARATIVO ENTRE LOS FORMATOS IMPRESO Y DIGITAL
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n1-071Palabras clave:
Comparación, Digital, Impreso, LecturaResumen
La investigación en cuestión tuvo como objetivo investigar las preferencias lectoras de estudiantes de secundaria en escuelas del estado de Mato Grosso, analizando sus preferencias entre formatos digitales e impresos y comprendiendo cómo estas preferencias se relacionan con la motivación, las prácticas pedagógicas y el uso de la tecnología en el contexto escolar. Para ello, se desarrolló un estudio de caso con análisis cualitativos y cuantitativos. La recopilación de datos se realizó mediante la aplicación de un cuestionario de siete preguntas, cinco cerradas y dos abiertas, a 15 estudiantes de primer año de secundaria de diferentes escuelas del estado de Mato Grosso. Los resultados muestran que una gran proporción de estudiantes disfruta de la lectura y muestra mayor interés por la lectura digital que por la impresa. Esto se debe a que el formato digital se percibe como más atractivo y práctico, además de formar parte de la vida cotidiana de los estudiantes. Los datos también mostraron que muchos creen que la escuela debería utilizar más recursos tecnológicos en la enseñanza de la lectura, dinamizando las actividades y acercándolas a la realidad de los estudiantes. Por lo tanto, es evidente que los medios digitales despiertan el interés de los jóvenes, ya que interactúan a diario con dispositivos electrónicos y herramientas en línea. Por lo tanto, el profesorado puede aprovechar este interés natural para incorporar la tecnología al aula, utilizándola como aliada para motivar a los alumnos y fomentar el hábito lector de una forma más atractiva. Cabe destacar que las constantes transformaciones en los campos de la tecnología, la comunicación y la información exigen que las escuelas se mantengan al día con estos cambios. Además, solo una minoría de los alumnos opta por el formato impreso o una combinación de formatos, lo que sugiere que la coexistencia de ambos puede ser beneficiosa para la lectura.
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Referencias
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