ESCENARIO DE SALUD SOBRE LOS CUIDADOS DE NEONATOS DESPUÉS DE LA HOSPITALIZACIÓN
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev7n12-330Palabras clave:
Neonato, Alta Hospitalaria, Cuidado Infantil, Planificación de la Atención de EnfermeríaResumen
Considerando que el período neonatal representa una fase de alta vulnerabilidad para la salud infantil, marcada por riesgos biológicos, ambientales y sociales, la continuidad de la atención tras el alta hospitalaria representa un desafío para las familias y los servicios de salud. Este estudio busca comprender la continuidad de la atención y el seguimiento de los recién nacidos tras la hospitalización. Para ello, se realizó un estudio descriptivo, transversal y cuantitativo en una clínica ambulatoria de referencia de la ciudad de Recife/Perú, con la participación de 11 cuidadores de recién nacidos hospitalizados previamente durante más de 24 horas y en seguimiento ambulatorio. La recolección de datos se realizó mediante un cuestionario estructurado que incluyó información sociodemográfica, datos clínicos y aspectos del contexto posterior al alta, y se analizaron mediante estadística descriptiva. Así, se observó que la mediana de edad al ingreso fue de 17 días, con una estancia media de 10 días, siendo las principales causas de hospitalización las infecciones y la ictericia. Se identificó que solo el 45,5% de las familias abandonaron la consulta con una cita de seguimiento programada, y que el 81,8% requirió atención no programada. Las dificultades reportadas incluyeron inseguridad en la atención, sobrecarga emocional y barreras socioeconómicas, mientras que las soluciones sugeridas incluyeron la programación previa de las consultas, directrices más claras y el uso sistemático de la Historia Clínica Infantil. Se concluye que la continuidad de la atención neonatal tras el alta presenta deficiencias clínicas y sociales, lo que refuerza la necesidad de un seguimiento profesional supervisado.
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Referencias
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