MEDICINAL PLANTS: AN ANALYSIS OF THE PERCEPTION OF THE PUBLIC AT THE STATE UNIVERSITY OF PARAÍBA, CAMPUS IV
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n3-029Keywords:
Popular Knowledge, Medicinal Species, Alternative MedicineAbstract
The use of medicinal plants is a practice that has accompanied humankind since the dawn of civilization, based on the accumulation of information passed down orally through successive generations. Therefore, this study aimed to understand the perception of the public at the State University of Paraíba (UEPB) regarding the use of medicinal plants. Data were collected through questionnaires administered via Google Forms, and the target audience was students and staff of the UEPB. Seventy people participated, 52.9% female and 47.1% male, aged between 18 and 60 years. Of these, 65.7% are currently enrolled in or have completed an undergraduate degree; 24.3% in secondary education; 2.9% in a doctoral program; and 2.9% in primary education. Approximately 97% stated they knew of some medicinal plant, and 68.6% used them. The most frequently cited species were Mentha crispa L., Matricaria chamomilla L., Melissa officinalis L., Cymbopogon citratus (DC) Stapf, and Plectranthus amboinicus (Lour.) Spreng. Leaves are the most commonly used part (65.5%), followed by roots (14.3%), seeds (9.5%), bark and branches (7.1%), and flowers (3.6%). Regarding the method of use, teas were the most cited (78.6%), and in terms of influence, mothers were the most cited (62%). Therefore, it can be concluded that the majority of the public at UEPB, Campus IV, knows and uses medicinal plants to treat illnesses. This highlights the importance of valuing traditional knowledge and the need for more research to ensure the safe and effective use of these plants.
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