A SOBRECARGA INVISÍVEL DO PROFESSOR: MUDANÇAS CONSTANTES, FALTA DE PLANEJAMENTO E FRAGILIDADE NA COMUNICAÇÃO ESCOLA–FAMÍLIA
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv17n60-001Palavras-chave:
Sobrecarga Docente, Saúde Mental do Professor, Comunicação Escola-Família, Planejamento PedagógicoResumo
O cotidiano escolar brasileiro apresenta cenário de pressões acumuladas sobre o professor, caracterizado por mudanças contínuas de diretrizes, ausência de planejamento institucional consistente e falhas recorrentes na comunicação com as famílias. A escolha do tema justifica-se pela urgência de reconhecer dimensões pouco visíveis do trabalho docente que comprometem a saúde dos profissionais e a qualidade do ensino oferecido. Este estudo analisa a sobrecarga invisível do professor a partir da articulação entre instabilidade administrativa, fragilidade no planejamento pedagógico e dificuldades de interlocução com as famílias dos estudantes. A metodologia adota abordagem qualitativa, de natureza exploratória, com base em pesquisa bibliográfica em produções científicas e técnicas recentes, publicadas em periódicos nacionais e em repositórios acadêmicos. Os resultados apontam que a sobrecarga docente associa-se ao adoecimento ocupacional, ao enfraquecimento dos vínculos institucionais e à perda de qualidade na relação com as famílias. As conclusões reconhecem a necessidade de políticas educacionais que valorizem o tempo de planejamento, a estabilidade das diretrizes e a estruturação de canais de diálogo entre escola e família, reduzindo o sofrimento docente e fortalecendo o ambiente escolar.
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