A LINGUAGEM DO CORPO: COMO A DANÇA MELHORA A AUTOESTIMA E REDUZ O SEDENTARISMO EM ADOLESCENTES

Autores

  • Thiago Rodrigo Moreira Author

DOI:

https://doi.org/10.56238/levv10n24-002

Palavras-chave:

Dança, Linguagem Corporal, Autoestima, Sedentarismo, Adolescentes

Resumo

A adolescência representa uma fase marcada por intensas transformações corporais, emocionais e sociais, período no qual a relação com o próprio corpo influencia diretamente a autoestima, o engajamento social e os hábitos de vida. Nesse contexto, o aumento do sedentarismo entre adolescentes tem despertado preocupação no campo educacional e da saúde, exigindo estratégias pedagógicas que integrem movimento, expressão e significado. Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de uma revisão bibliográfica, a contribuição da dança enquanto linguagem do corpo para a melhoria da autoestima e para a redução do sedentarismo em adolescentes. A pesquisa fundamentou-se em produções científicas brasileiras que abordam a dança no contexto escolar e sua interface com a saúde, a expressão corporal e o desenvolvimento psicossocial juvenil. Os resultados indicam que a dança favorece a construção de uma percepção corporal positiva, amplia o engajamento dos adolescentes nas práticas físicas e contribui para a adoção de comportamentos mais ativos. Observou-se que a vivência da dança promove interação social, fortalecimento do autoconceito e maior adesão às atividades corporais, configurando-se como alternativa pedagógica relevante frente às práticas tradicionais. Conclui-se que a dança constitui uma estratégia eficaz de promoção da saúde integral na adolescência, ao articular movimento, expressão e participação social, contribuindo de forma significativa para o enfrentamento do sedentarismo e para o fortalecimento da autoestima no ambiente educacional.

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Publicado

2019-11-04

Como Citar

MOREIRA, Thiago Rodrigo. A LINGUAGEM DO CORPO: COMO A DANÇA MELHORA A AUTOESTIMA E REDUZ O SEDENTARISMO EM ADOLESCENTES. LUMEN ET VIRTUS, [S. l.], v. 10, n. 24, p. e11900, 2019. DOI: 10.56238/levv10n24-002. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/view/09ashef. Acesso em: 17 fev. 2026.