LA INTELIGENCIA ARTIFICIAL COMO CAPACIDAD AVANZADA PARA EL DESARROLLO HUMANO: DESAFÍOS ÉTICOS Y OPORTUNIDADES EN EL SIGLO XXI
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv17n61-017Palabras clave:
Desarrollo Humano, Ética Algorítmica, Inclusión DigitalResumen
Los fenómenos tecnológicos contemporáneos se han consolidado como una infraestructura crítica del siglo XXI, operando en la frontera entre la eficiencia técnica y el florecimiento individual. Este estudio analiza los obstáculos y las potencialidades de la integración de sistemas automatizados desde la perspectiva del Enfoque de Capacidades. El problema de investigación explora hasta qué punto la opacidad y la tendencia discriminatoria de los algoritmos restringen la autonomía individual, identificando una brecha en la literatura respecto a la conexión entre la evolución digital y la expansión de las libertades sustantivas. Metodológicamente, se realizó una revisión bibliográfica cualitativa y exploratoria, con un corpus seleccionado de bases de datos científicas y analizado mediante técnicas de análisis de contenido. Los resultados indican que, si bien la tecnología mejora funciones básicas en salud y educación, su implementación enfrenta barreras éticas que requieren una gobernanza antropocéntrica. Se concluye que los sistemas de procesamiento de datos actúan como una capacidad avanzada cuando están mediados por salvaguardias que garantizan la transparencia y la autonomía, lo que sugiere que el éxito del progreso digital depende de la neutralización de las desigualdades estructurales cristalizadas en los modelos de toma de decisiones automatizadas.
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