EVALUACIÓN Y PLAN DE ESTUDIOS: TRAYECTORIAS EPISTEMOLÓGICAS, DESVIACIONES Y CAMBIOS

Autores/as

  • Milena Monteiro Silva Autor/a
  • Jeferson Maske Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/levv17n60-055

Palabras clave:

Evaluación, Currículo, Epistemologías, Educación

Resumen

Este artículo, que adopta un enfoque cualitativo al articular el análisis bibliográfico con aportaciones de los estudios de la vida cotidiana, busca entrelazar debates sobre evaluación y currículo, entendidos como campos constitutivos e inseparables de los procesos de aprendizaje. Para ello, presenta una breve reseña histórica que resalta las trayectorias recorridas por estos campos hasta la actualidad, enfatizando las diferentes configuraciones epistemológicas que los han atravesado a lo largo del tiempo. El objetivo es problematizar las transformaciones, continuidades y reconfiguraciones que marcan estas dimensiones, abriendo espacio para el surgimiento de otras formas de pensar y practicar el currículo y la evaluación. La reflexión propuesta se fundamenta en marcos teóricos relevantes de estas áreas, dialogando con perspectivas críticas y poscríticas, así como con producciones del campo de los estudios de la vida cotidiana, que entienden la escuela como un espacio-tiempo vivo, múltiple y en constante evolución, incorporando también a la reflexión conversaciones que se desarrollan en el seno de la escuela. En este sentido, el artículo valora las prácticas que surgen en, desde y con las rutinas cotidianas de las escuelas, entendiéndolas como poderosas productoras de conocimiento, significados y posibilidades para reinventar las políticas y prácticas curriculares y evaluativas.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

AGAMBEN, Giorgio. Meios sem fim: notas sobre a política. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

BARRIGA, Angel Díaz. Uma polêmica em relação ao exame. In: ESTEBAN, Maria Teresa.(org) Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Petrópolis,RJ, DP et Alii, 2008,p.43-66.

CALDERÓN,Adolfo Ignácio; BORGES, Regilson Maciel. Avaliação educacional no Brasil: da transferência cultural à avaliação emancipatória. Brazilian Geographical Journal, v. 4, p. 259-275. 2013.

DELEUZE, Guiles.; GUATTARRI, Félix.- Mil platôs:capitalismo e esquizofrenia. Trad: Ana Lúcia Oliveira et al. São Paulo. Editora 34, 2ª edição, 2011.

ESTEBAN, Maria. Teresa. A Avaliação no cotidiano escolar. In: ESTEBAN,M.T. (Org.) Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. 4. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. p. 7-28.

ESTEBAN, MariaTeresa.O que sabe quem erra? Reflexões sobre avaliação e fracasso escolar.2 ed. Petrópolis, De Petrus et Alii, 2013.

FERNANDES, Cláudia Oliveira. Por que avaliar as aprendizagens é tão importante? In: FERNANDES,Cláudia Oliveira (Org.) Avaliação das aprendizagens: sua relação com o papel social da escola. São Paulo, Cortez.2014

FERNANDES,Cláudia Oliveira : Avaliação sem reprovação: elemento para o debate In: FETZNER, Andrea Rosana (Org.): Ciclos em revista, v. 4: Avaliação, desejos,vozes, diálogos e processos., Rio de Janeiro. Walk, 2008.

FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. São Paulo. Editora Unesp, 2009.

FREIRE, Paulo. Que fazer:teoria e prática em educação popular. Petrópolis, Ed. Vozes, 1989.

GARCIA, Regina Leite. A difícil arte/ciência de pesquisar com o cotidiano. In: GARCIA, R.L. (org.). Método, métodos, contramétodo. São Paulo: Cortez, 2003.

GUBA,Egon Gotthold; LINCOLN,Yvonna Sessions. Avaliação de quarta geração. Tradução por Beth Honorato.Campinas. Editora da Unicamp, 2011.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito & desafio: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre: Editora Mediação, 1991.

LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth. Teorias de Currículo. São Paulo. Cortez, 2011.

LIMA,Gilvan Dias Filho; TROMPIERI,Nicolino Filho, As cinco gerações de avaliação educacional- características e práticas educativas. Revista Científica Semana Acadêmica, n.11,v.1,p. 1-21, 2012.

MAINARDES,Jefferson.,- A organização da escolaridade em ciclos no Brasil: uma análise de pesquisas sobre processos de implementação. RBPAE, v.24, n.1,p.13-29, jan/abr 2008.

MIGUEL, Kassiana da Silva; JUSTINA,Luciana Angela Del Forno; FERRAZ,Diego Fernando. As gerações presentes nos estudos relacionados à avaliação da aprendizagem: questões teóricas e práticas. Amazônia-Revista de Educação em Ciências e Matemática, v.18,n.41,2022,p. 255-280. DOI: https://doi.org/10.18542/amazrecm.v18i41.13543

MORIN, Edgar; Introdução ao pensamento complexo. Tradução por Eliane Lisboa. 5ªed. Sulina, Porto Alegre, 2015.

MACEDO, Elizabeth; OLIVEIRA, Inês Barbosa.; MANHÃES, Luiz Carlos.; ALVES, Nilda. (org). Criar currículo no cotidiano. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2011.

OLIVEIRA. Inês Barbosa. O currículo como criação cotidiana. Rio de Janeiro: Faperj, 2016.

SÜSSEKIND, Maria Luiza. As (im)possibilidades de uma base nacional comum curricular. Revista e-Curriculum, São Paulo, v. 12, n. 03 p.1512 – 1529 out./dez. 2014

Publicado

2026-05-23

Cómo citar

SILVA, Milena Monteiro; MASKE, Jeferson. EVALUACIÓN Y PLAN DE ESTUDIOS: TRAYECTORIAS EPISTEMOLÓGICAS, DESVIACIONES Y CAMBIOS. LUMEN ET VIRTUS, [S. l.], v. 17, n. 60, p. e13213, 2026. DOI: 10.56238/levv17n60-055. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/view/13213. Acesso em: 29 may. 2026.