CONOCIMIENTOS, EXPERIENCIAS Y CONVERSACIONES MUNDIALES: NARRATIVAS DE MUJERES NEGRAS FRENTE A LA VIOLENCIA DOMÉSTICA
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv17n56-020Palabras clave:
Mujeres Negras, Violencia Doméstica, Feminismo Negro, Conocimiento No FormalResumen
Este artículo investiga cómo las narrativas de mujeres negras que enfrentan violencia doméstica emergen como fuentes importantes de conocimiento tácito y prácticas de resistencia. Este estudio investiga, desde una perspectiva interseccional de género y raza, las experiencias de las víctimas que residen en comunidades del noreste. Además, el problema de investigación se centra en la siguiente pregunta: ¿qué conocimientos, experiencias y prácticas se movilizan, a través de las narrativas de las mujeres negras, al enfrentar la violencia doméstica? Los objetivos específicos son: i) identificar y comprender los conocimientos y prácticas de las mujeres negras; ii) describir el contexto personal, social, histórico, cultural y educativo de estas mujeres víctimas de violencia doméstica; iii) identificar las diferentes formas de violencia a las que son sometidas en sus propios hogares, considerando la interseccionalidad de género y raza, según Carneiro (2003) y Ribeiro (2017). La investigación corresponde a una investigación cualitativa bibliográfica y documental. Finalmente, se concluye que las narrativas de mujeres negras víctimas de violencia doméstica revelan una rica gama de conocimientos, experiencias y vivencias basadas en conocimientos no formales, prácticas de cuidado comunitario y tradiciones orales.
Descargas
Referencias
ADORNO, T. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1997. ASSOCIAÇÃO DE MULHERES CONTRA A VIOLÊNCIA (AMCV). Disponível em: https://www.amcv.org.pt/ . Acesso em: 20 ago. 2022.
ANUÁRIO BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA 2021. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Ano 13, 2019. Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2021/07/anuario-2021-completo- v4-bx.pdf . Acesso em: 20 ago. 2022.
BASTOS, C. L; KELLER, V. Aprendendo a aprender. Petrópolis: Vozes, 1995.
BANDEIRA, L. M. Feminicídio Como Violência Política. Texto apresentado na Procuradora da Mulher do Senado Federal. Encontro Pauta Feminina, edição de 16 de fevereiro de 2017.
BENJAMIN, W. O narrador. In: Obras Escolhidas. v. 3. São Paulo: Brasiliense, 2001. p. 21-60.
BIANCHINI, A.; BAZZO, M.; CHAKIAN, S. Crimes contra mulheres: Lei Maria da Penha, Crimes Sexuais e Feminicídio. 4. ed. São Paulo: Juspodivm, 2022.
BRASIL. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. Dispõe sobre medidas de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 8 ago. 2006.
BRASIL. Lei n. 13.104, de 9 de março de 2015. Altera o Código Penal para tipificar o crime de feminicídio. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 10 mar. 2015.
BRASIL. (1996). Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Recuperado em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm
CARDOSO, V. Z. Narrar o mundo: estórias do “povo da rua” e a narração do imprevisível. Mana, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, p. 45-62, out. 2007.
CARNEIRO, S. Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. 2. ed. São Paulo: Geledés, 2011.
CRESWELL, J. W. (2007). Qualitative Inquiry and Research Design: Choosing Among Five Approaches. 2. ed. Thousand Oaks: Sage.
DAVIS, A. Y. Mulher, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2018.
FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. GOMES, N. L. O movimento negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Rio de Janeiro: Vozes, 2019.
GONZÁLES, L. O racismo e o sexismo na cultura brasileira. Rio de Janeiro: UFRJ, 1983.
GUINDANI, O. M., SÁ-SILVA, N., ALMEIDA, C. (2009). Análise documental: procedimentos e técnicas. São Paulo: Mercado de Letras.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, SP: Atlas, 2002.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Técnicas de Pesquisa. São Paulo, SP: Atlas, 1991.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo, SP: Atlas 2003.
MARTINS, L. Performances da oralitura: corpo, lugar da memória. Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras, Santa Maria, n. 26, p. 113-130, 2003.
RICOEUR, P. Entre tempo e narrativa: concordância/discordância. Belo Horizonte: Kriterion, 2012.
SILVA, Cristian Kiefer da; SEABRA, Débora Totini; SOARES JÚNIOR, Luiz Antônio. Feminismo. Violência e Poder: Uma Análise Histórico-Jurídica da Trajetória e dos Documentos que Culminaram na Lei Maria da Penha e no Feminicídio. Cadernos do Programa de Pós-Graduação em Direito, Porto Alegre, v. 11, n. 3, fev. 2017.
SPANIOL, M.; GRSOSSI, P.K. Análise da Implantação das Patrulhas Maria da Penha nos Territórios da Paz em Porto Alegre: avanços e desafios. Textos & Contextos 2014.
TRILLA, J. N. Educação não formal: uma introdução à educação permanente. Brasília: Liber Livroz, 2011.