DE LA MEDICINA FORENSE HUMANA A LA VETERINARIA: UNA PROPUESTA PARA ADAPTAR LOS PROTOCOLOS PERICIALES PARA FORTALECER LA MEDICINA VETERINARIA FORENSE EN BRASIL

Autores/as

  • Victória Ferreira Sousa Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/levv16n54-028

Palabras clave:

Medicina Veterinaria Forense, Medicina Legal, Cadena de Custodia, Informe Pericial, Protocolos Técnicos

Resumen

La Medicina Forense Veterinaria se está consolidando como un campo interdisciplinario que aplica los fundamentos técnicos y científicos de la Medicina Legal Humana a la investigación de delitos y controversias que involucran animales. Este estudio tuvo como objetivo analizar la viabilidad de adaptar los protocolos de la Medicina Legal Humana al contexto veterinario, examinando sus implicaciones legales, científicas y operativas. La metodología consistió en una revisión narrativa de la literatura nacional e internacional, basada en libros, legislación, resoluciones del Consejo Federal de Medicina Veterinaria y artículos publicados entre 2012 y 2025. Se compararon los procedimientos periciales humanos y veterinarios, incluyendo el examen del cadáver del delito, la necropsia médico-legal, la cadena de custodia y la elaboración de informes técnicos. Los resultados mostraron que la adaptación de los protocolos humanos es factible y ofrece importantes ventajas en cuanto a la estandarización, la trazabilidad y la validez probatoria de los informes periciales veterinarios. Asimismo, se verificó la necesidad de fortalecer las instituciones, crear programas de certificación profesional e implementar la normativa nacional bajo la coordinación del Consejo Federal de Medicina Veterinaria. Se concluye que la incorporación de protocolos humanos, adaptados a las particularidades anatómicas y conductuales de la especie, constituye una estrategia eficaz para consolidar la Medicina Veterinaria Forense como campo científico y legal en Brasil.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

ALMEIDA, E. C. P.; TOSTES, R. A. A perícia em patologia. In: TOSTES, R. A.; REIS, S. T. J.; CASTILHO, V. V. (Org.). Tratado de Medicina Veterinária Legal. Curitiba: Medvep, 2017. p. 145-160.

AMARAL, J. B. do; TREMORI, T. M. et al. Perícias legal e forense no laboratório veterinário: revisão. PubVet, v. 17, n. 7, e1420, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.31533/pubvet.v17n7e1420. Acesso em: 5 set. 2025.

AMERICAN VETERINARY MEDICAL ASSOCIATION (AVMA). Practical Guidance for the Effective Response by Veterinarians to Suspected Animal Cruelty, Abuse and Neglect. Disponível em: https://www.avma.org. Acesso em: 3 set. 2025.

ARCHER, J. Forensic veterinary medicine in Europe: challenges and perspectives. Journal of Veterinary Forensic Sciences, v. 2, n. 1, p. 15-23, 2020.

ASPCA THE AMERICAN SOCIETY FOR THE PREVENTION OF CRUELTY TO ANIMALS. Veterinary Forensic Science Resources. Disponível em: https://www.aspca.org. Acesso em: 25 set. 2025.

BRASIL. Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941. Código de Processo Penal.

BRASIL. Lei nº 13.964, de 24 de dezembro de 2019. Altera o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), e dá outras providências. Disponível em: https://www.planalto.gov.br. Acesso em: 2 set. 2025.

BRASIL. Lei nº 14.064, de 29 de setembro de 2020. Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para aumentar as penas cominadas ao crime de maus-tratos aos animais quando se tratar de cão ou gato. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l14064.htm. Acesso em: 5 set. 2025.

BROWNLIE, H. W. B. The veterinary forensic necropsy. Journal of Forensic Veterinary Science, 2016.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA (CFMV). Manual de Perícias Médico-Veterinárias. Disponível em: https://www.cfmv.gov.br. Acesso em: 5 set. 2025.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA (CFMV). Resolução nº 1.236, de 26 de outubro de 2018. Define e caracteriza crueldade, abuso e maus-tratos contra animais vertebrados e orienta condutas de médicos-veterinários. Disponível em: https://www.crmvse.org.br/wp-content/uploads/2021/07/reso-CFMV-1236_2018.pdf. Acesso em: 8 set. 2025.

COOPER, J. E.; COOPER, M. E. Forensic veterinary medicine: a rapidly evolving discipline. Veterinary Record, v. 183, n. 2, p. 63-68, 2018.

EUROPEAN COLLEGE OF VETERINARY PATHOLOGISTS (ECVP). Certificate in Forensic Veterinary Pathology (CFVP). Disponível em: https://www.ecvpath.org. Acesso em: 7 set. 2025.

FRANÇA, G. V. Medicina Legal. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2017.

KNIGHT, B. Forensic Pathology. 4. ed. Boca Raton: CRC Press, 2016.

LIMA, R. S. Metodologia pericial e linguagem jurídica: desafios contemporâneos. Revista Brasileira de Ciências Criminais, v. 29, n. 170, p. 289-308, 2021.

MANUAL DE CADEIA DE CUSTÓDIA. Polícia Científica/PCIES. [s.l.: s.n.], [s.d.]. Disponível em: https://pci.es.gov.br/Media/PCIES/Manuais/Manual%20de%20Cadeia%20de%20Cust%C3%B3dia%202024%2005.07.pdf. Acesso em: 5 set. 2025.

MERCK, M. D. Veterinary Forensics: Animal Cruelty Investigations. 2. ed. Ames: Wiley-Blackwell, 2019.

ROYAL COLLEGE OF PATHOLOGISTS; ROYAL VETERINARY COLLEGE. Veterinary Forensic Pathology Services. Disponível em: https://www.rcpath.org. Acesso em: 7 set. 2025.

SILVA, F. J.; OLIVEIRA, M. T.; ANDRADE, P. H. Crimes ambientais e medicina veterinária forense: uma abordagem interdisciplinar. Revista de Direito Ambiental, v. 27, n. 108, p. 199-220, 2022.

SOUZA, A. P.; NASCIMENTO, V. R. Lacunas na padronização da perícia veterinária no Brasil. Revista de Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 68, n. 3, p. 1-12, 2021.

TOSTES, R. A.; REIS, S. T. J.; CASTILHO, V. V. (Org.). Tratado de Medicina Veterinária Legal. Curitiba: Medvep, 2017.

Publicado

2025-11-06

Cómo citar

SOUSA , Victória Ferreira. DE LA MEDICINA FORENSE HUMANA A LA VETERINARIA: UNA PROPUESTA PARA ADAPTAR LOS PROTOCOLOS PERICIALES PARA FORTALECER LA MEDICINA VETERINARIA FORENSE EN BRASIL. LUMEN ET VIRTUS, [S. l.], v. 16, n. 54, p. e9699 , 2025. DOI: 10.56238/levv16n54-028. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/view/9699. Acesso em: 13 feb. 2026.