LA JUDICIALIZACIÓN POR ABANDONO AFECTIVO Y LA MEDIACIÓN COMO ALTERNATIVA PARA LA RESOLUCIÓN DE CONFLICTOS FAMILIARES

Autores/as

  • Bruna Almeida Miller Autor/a
  • Claudine Freire Rodembusch Autor/a
  • Henrique Alexander Keske Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/ERR01v11n1-011

Palabras clave:

Abandono Afectivo, Derecho de Familia, Responsabilidad Civil, Afectividad, Mediación

Resumen

El presente trabajo tiene como objetivo analizar el abandono afectivo, abordando la evolución de la estructura familiar, así como la relevancia del afecto en las relaciones familiares. El estudio discute el deber de cuidado que los padres deben tener hacia sus hijos, cuyo incumplimiento caracteriza el abandono afectivo, y aborda las repercusiones psicológicas y sociales que dicho abandono causa en el desarrollo del menor y la posibilidad de responsabilizar a los padres ante la justicia por dicha negligencia. Además, el trabajo tiene como objetivo proponer una reflexión sobre la creciente judicialización de los casos de abandono afectivo y la mediación como medio adecuado y humanizado para la resolución de estos conflictos, ya que busca restablecer el diálogo y los propios lazos familiares, analizando si este método de autocomposición puede ser más beneficioso para el menor involucrado que la judicialización. Para ello, se utilizó una metodología de naturaleza cualitativa, con un enfoque descriptivo, basada en una revisión bibliográfica sobre el tema, con un análisis doctrinal, así como un estudio de la jurisprudencia brasileña y la legislación federal. Como resultado parcial, apunta a la posibilidad de que el empleo de estrategias de mediación constituya una alternativa para la resolución de conflictos familiares.

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Publicado

2026-01-12

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

LA JUDICIALIZACIÓN POR ABANDONO AFECTIVO Y LA MEDIACIÓN COMO ALTERNATIVA PARA LA RESOLUCIÓN DE CONFLICTOS FAMILIARES. (2026). ERR01, 11(1), e11765. https://doi.org/10.56238/ERR01v11n1-011