LA INFLUENCIA DE LA TRADICIÓN ORAL EN LA OBRA A MATINTA PERERA DE BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS
DOI:
https://doi.org/10.56238/arev8n2-013Palabras clave:
Tradición Oral, Matinta Perera, Queirós, Literatura Infantil y JuvenilResumen
Las narrativas son aspectos importantes de la memoria individual y colectiva que se expresan a través de la tradición oral y pueden llegar a la escritura, como es el caso de la narrativa amazónica de Matinta Perera. Por lo tanto, este estudio busca reflexionar sobre cómo la tradición oral influyó en la escritura de la obra de Bartolomeu Campos de Queirós, A Matinta Perera, una narrativa oral narrada en toda la región norte de Brasil. Para ello, la metodología empleada es de naturaleza bibliográfica, realizando un estudio comparativo de la obra de Queirós con otra del mismo título de Walcyr Monteiro, A Feiticeira de Inglês de Sousa, y O Assovio da Matintaperera: contos perspectivas de Preto Michel, y los poemas Matinta Perera, presente en el libro Canto Caboclo de Siqueira, y Matinta Perêra de Lúcio Sarmento. Esto se basa en la teoría de Joseph Ki-Zerbo, quien aborda la tradición oral, así como en los estudios de Câmara Cascudo, Nelly Coelho y otros autores relevantes en el tema. Por lo tanto, se deduce que la tradición oral contribuye significativamente a la preservación de la memoria y a la propagación de narrativas transmitidas a lo largo del tiempo a través de la oralidad, y ha influido en la escritura de obras de importantes autores.
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