DERECHO A LA CIUDAD EN LA SEDE DE LA COP 30: ENTRE LA RETÓRICA Y LA PRÁCTICA DE LA SOSTENIBILIDAD URBANA EN BELÉM DO PARÁ
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv16n52-048Palabras clave:
Megaeventos Urbanos, Derecho a la Ciudad, Sostenibilidad Urbana, Desigualdades Socioespaciales, Amazonía, COP 30Resumen
La elección de Belém como sede de la COP 30 en 2025 sitúa a la ciudad amazónica en los debates sobre sostenibilidad y cambio climático. Estudios recientes indican que los megaven tos pueden ser anunciados o vistos como catalizadores de reconfiguraciones urbanas, pero también pueden reforzar las desigualdades socioespaciales bajo la narrativa de la sostenibilidad. En la Amazonia, estos procesos se vuelven aún más críticos, dada la fragilidad histórica de la planificación urbana y la invisibilidad de problemas estructurales, como la precariedad del saneamiento y la segregación socioambiental. Ante este escenario, la investigación busca responder a la siguiente pregunta: ¿de qué manera la realización de la COP 30 en Belém puede servir a la superación de la invisibilidad de problemas urbanos históricos de la capital paraense, permitiendo la transición de la mera retórica de la sostenibilidad a acciones e inversiones estatales que promuevan el Derecho a la Ciudad? El objetivo general consiste en comprender cómo la COP 30, como megaven to climático, puede desvelar problemas urbanos históricos, induciendo la transición de la retórica de sostenibilidad a la efectiva construcción de un medio ambiente urbano más justo, desde la óptica del Derecho a la Ciudad. Específicamente, se busca: (i) examinar cómo la noción de Derecho a la Ciudad puede ser utilizada para entender el fenómeno urbano, incluso en la realidad amazónica brasileña; (ii) analizar críticamente cómo la retórica de la sostenibilidad puede forjar un modelo de desarrollo que profundiza las desigualdades socioespaciales en el medio ambiente urbano; y (iii) cotejar intervenciones/inversiones ligadas a la COP 30 con problemas estructurales que dificultan la realización de un medio ambiente urbano más justo, en la estela del Derecho a la Ciudad. La investigación se caracteriza por ser cualitativa, de naturaleza descriptivo-analítica, estructurada por el razonamiento hipotético-deductivo y organizada en tres estrategias metodológicas complementarias: (i) revisión bibliográfica sistemática; (ii) análisis documental; y (iii) estudio de caso múltiple. Los resultados indican que las intervenciones urbanas asociadas a la COP 30 refuerzan procesos de exclusión socioespacial, al mismo tiempo que evidencian la precariedad histórica de la infraestructura urbana de Belém. Se concluye que el megaven to constituye una oportunidad para redirigir inversiones públicas en pro de la efectividad del Derecho a la Ciudad, pero también puede profundizar desigualdades históricas, si prevalece la lógica de la vitrina urbana.
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