PROTOCOLOS DE DETECCIÓN DEL CÁNCER DE CUELLO UTERINO: UNA REVISIÓN NARRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.56238/levv17n57-075Palabras clave:
Cáncer de Cuello Uterino, Cribado, Protocolos Clínicos, Detección Temprana del Cáncer, Virus del Papiloma HumanoResumen
El cáncer de cuello uterino representa un importante problema de salud pública, especialmente en países en desarrollo, aunque es en gran medida prevenible. Este estudio tuvo como objetivo analizar críticamente los protocolos clínicos y las estrategias de cribado, destacando la eficacia de la prevención primaria y secundaria. La prevención primaria se realiza mediante la vacunación contra los tipos oncogénicos del VPH, mientras que la prevención secundaria se basa en el cribado organizado mediante pruebas moleculares para detectar el ADN del VPH de alto riesgo, un método más sensible para identificar lesiones precursoras y orientar el manejo clínico. A pesar de los avances tecnológicos, las barreras socioeconómicas y estructurales aún limitan la adherencia a los programas de cribado. Estrategias complementarias, como la autotoma, la educación sanitaria, la búsqueda activa de casos y la integración de tecnologías digitales, pueden ampliar la cobertura y reducir las desigualdades. Se concluye que la eficacia de los protocolos depende de la integración de métodos de diagnóstico avanzados y políticas públicas equitativas, consolidando la prevención primaria y secundaria como pilares esenciales para reducir la incidencia y la mortalidad por cáncer de cuello uterino.
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